
Hoje no blog Freestyle Forever um pouco sobre o lendário toca discos SL- 1200 que todo dj sonha em ter.
Technics SL-1200 é uma série de toca-discos fabricados desde Outubro de 1972 pela Matsushita sob o
pseudônimo de Technics.
Originalmente lançado com um toca-discos de alta qualidade, rapidamente foi adotado por radialistas e disc jockeys. Desde o seu lançamento em 1978, a SL-1200 MK2 e seus sucessores tem sido o toca-discos mais comum entre os DJs de clubes e os DJs de performance (turntablists) que as usam para os scratches. As MK2 apresentaram diversas mudanças, incluindo alterações no motor e aparência externa. Desde 1972, mais de 3 milhões de unidades foram vendidas. Muitos dos modelos fabricados nos anos 70 ainda estão em uso. Rappers se referem ao toca-discos como "1200", "Technics", "Tec 12" e "ones and twos".
A SL-1200MK2, lançada em 1978, tem acabamento prata. Futuramente os modelos 1200 também seriam comercializados com acabamento preto. A Technics atualizou o motor e a resistência a choques; o pitch rotativo foi substituído pelo controle deslizante. Este é agora o modelo base e o mais velho ainda em produção. A SL-1200MK2PK é comercializada apenas nos EUA com acabamento preto. A SL-1210MK2 é a versão preta das SL-1200MK2. A SL-1200MK3, lançada em 1989, tem acabamento preto assim como as 1210, plugues RCA dourados. Foi destinado apenas para o mercado asiático. A SL-1200M3D (1997) teve adicionado um botão de quartz que reseta o pitch imediatamente ao ponto 0. A SL-1210M3D é a mesma versão que a SL-1200M3D exceto pelo acabamento preto. A SL-1200MK4 (1997) é somente disponibilizada para venda no Japão. Este é o último modelo que possui o vão no meio do controle deslizante do pitch. Foi adicionado um terceiro botão de 78 rotações a direita dos botões de 33 e 45 RPM. Foi também desenhada com cabos RCA removíveis. A SL-1200MK5 aumenta o controle anti-skate de 0–3 para 0-6 gram-force. A SL-1210MK5 é a versão preta da SL-1200MK5. A SL-1210M5G foi lançada no Japão em primeiro de Novembro de 2002 (junto com a MK5). É a versão de aniversário de 30 anos da SL-1200. A diferença desta para modelo MK5 é a habilidade de variar o pitch entre ±8% e ±16%. A luz de iluminação é azul assim como a iluminação do pitch. O controle de pitch neste modelo é totalmente digital. Existem edições limitadas com acabamento dourado SL-1200LTD (1998) e SL-1200GLD (2004).. A SL-1200MK6 e SL-1200MK6K1 (preta) lançada em 2007 é o último modelo da Technics até o momento para este toca-discos e apresenta algumas mudanças técnicas.
Terça-feira, Setembro 29, 2009
technics SL-1200 o toca discos que é sonho de consumo de todo dj
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claytonfreestyle
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11:52 AM
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Um Pouco Sobre Depeche Mode Synth Pop de Primeira

Estou trazendo hoje a biografia do grupo depeche mode que fez muito sucesso na década de 80 com hits inesqueciveis como enjoy the silence e stranger love, para aqueles que não conhecem é uma ótima oportunidade de conhecer e para os que já conhecem saber um pouco mais sobre os caras, espero que gostem e ate o próximo post.
Ass: Claytonfreestyle
Depeche Mode é uma banda inglesa de música eletrônica (synth pop e synth rock) formada em 1980 em Essex, Inglaterra.A banda é a mais duradoura e bem sucedida que emergiu da era New Romantic e New Wave. Um dos grupos precursores do synth pop, o Depeche Mode é um dos maiores e mais importantes representantes da música eletrônica, ao lado de Pet Shop Boys, Erasure, New Order e Kraftwerk. Com o tempo, o Depeche Mode ficou cada vez mais criativo, maduro e bem-produzido, tomando uma vantagem enorme em cima de seus concorrentes conterrâneos e até sobre o próprio Kraftwerk e hoje é considerado uma enorme influência para diversas bandas de pop e rock atuais, como Smashing Pumpkins, Linkin Park, Lacuna Coil e Deftones. Possuindo também uma lista de fãs ilustres como Marilyn Manson, Trent Reznor, Scott Weiland, Robert Smith, Tori Amos, Johnny Cash e Assemblage 23. Depeche Mode era inicialmente formado por David Gahan (vocalista), Martin L. Gore (tecladista, guitarrista, vocalista e compositor a partir de 81), Andrew Fletcher (tecladista) e Vince Clarke (tecladista e compositor de 80 a 81). Vince Clarke deixou a banda após o lançamento do álbum de estréia em 1981. Ele foi substituído por Alan Wilder, membro de 82 a 95. Após a saída de Wilder, o Depeche Mode continuou a carreira como um trio. Em 2006, era estimado que a banda já havia vendido mais de 91 milhões de cópias em todo o mundo (35 milhões de singles / 56 milhões de álbuns). A banda teve 44 canções nas paradas britânicas e já esteve mais vezes que qualquer outro artista entre os 40 mais ouvidos no Reino Unido sem alcançar o primeiro lugar. Seus maiores destaques musicais é um forte clima depressivo, romântico e épico, entre arranjos muito diferentes que resultam em uma sonoridade única. Também é reconhecido em parte por suas técnicas de gravação e o inovador uso de samplers. Apesar de exercer muita influência no cenário da Música Eletrônica e Dance, geralmente o Depeche Mode é classificado como Alternativo.
Depeche Mode no fim da década de 70: De bandas de Folk ao primeiro sintetizador A origem do Depeche Mode inclui diversas bandas e músicos. O primeiro passo foi em 1977, quando Vince Clarke conheceu Andrew Fletcher e formaram juntos a banda chamada No Romance in China, com Vince nos vocais e guitarra e Andrew Fletcher no baixo. Em 1978, Vince Clarke era guitarrista no The Plan, com o amigo de escola Robert Marlow nos vocais. Entre 1978 e 79, Martin L. Gore era parte de uma dupla acústica chamada Norman and the Worms, com o também amigo de escola Philip Burdett (atualmente, um cantor de música folk) nos vocais e Martin responsável pelo violão. Em 1979, com Robert Marlow nos vocais e teclados, Martin L. Gore na guitarra, Vince Clarke e Paul Redmond nos teclados, o grupo formou a banda The French Look,Em março de 1980, Vince, Martin e Andrew montaram a banda chamada Composition of Sound, na qual Vince era o vocalista.The French Look e Composition of Sound chegaram a tocar juntos em junho de 1980 em uma escola chamada St. Nicholas School Youth Club, em Essex. Logo após a formação da Composition of Sound, Vince e Andrew passaram a usar com sintetizadores (faziam todo tipo de ‘bico’ possível para conseguir dinheiro para comprá-los ou conseguiam emprestados com amigos).A entrada de David Gahan no grupo em 1980 só aconteceu depois que Vince o ouviu cantando em uma jam session fazendo uma versão da canção Heroes do David Bowie. A partir da presença de Gahan, o Depeche Mode passou a existir.
1980-1984: Do sucesso inesperado ao industrial obscuro O nome Depeche Mode foi baseado em uma revista francesa de moda (homônima) que Dave Gahan costumava ler, já que antes de seguir a carreira de cantor, ele estudava para ser estilista. A tradução do termo gera polêmicas, mas ao pé da letra significa "Despacho de Moda" - sendo que a palavra despacho pode ser interpretada de diversas maneiras, como notícia de extrema importância ou como algo feito com muita rapidez - gerando diversas traduções, por exemplo, "Moda Passageira", "Última Moda", "Moda Rápida" entre outras.Durante uma apresentação em uma casa de shows de Londres, a banda foi abordada por Daniel Miller, um músico do gênero eletrônico e fundador da renomada Mute Records, que estava interessado em gravar um single pelo seu emergente selo. O resultado deste contato foi Dreaming of Me, lançado em 1981, que alcançou a posição nº 57 nas paradas inglesas. Encorajados pelo surpreendente sucesso, a banda gravou um segundo single chamado New Life, atingindo a posição nº 11. Três meses depois, a banda lançou Just Can’t Get Enough – o primeiro que entrou nos 10 mais da parada britânica, ficando em 8º lugar. A canção título do single também fez grande sucesso no Brasil, inclusive como trilha da novela Louco Amor-Rede Globo 1983. Este disco foi de várias formas um marco para a banda e seu sucesso abriu o caminho para o primeiro álbum – Speak & Spell, de novembro de 1981, que também chegou ao Top 10. Segundo uma crítica no Melody Maker (jornal britânico especializado em música), era um ótimo álbum, um que teve de ser feito para conquistar novos públicos e satisfazer o público que “just can’t get enough”- simplesmente insaciável. Durante a turnê e divulgação do Speak & Spell, Vince Clarke passou a declarar um desconforto com o rumo que a banda estava tomando, “não há tempo de fazer nada” (Ellen, M., "A Clean Break", Smash Hits, Fevereiro - 1982). No fim de 1981, Clarke anunciou publicamente que estava deixando o Depeche Mode e, em seguida, se juntou a Alison Moyet para formar o Yazoo (depois, em 1985, formou o Erasure com Andy Bell). Com a saída do principal compositor, o Depeche Mode precisava de uma nova direção. Martin L. Gore, que já havia escrito Tora! Tora! Tora! e Big Muff, assumiu a função. Em 1982, a banda lançou See You, primeiro single sem Clarke, e que, contra todas as expectativas, ultrapassou os sucessos anteriores atingindo a 6ª posição nas paradas do Reino Unido. No mesmo ano, dois outros singles foram lançados, The Meaning of Love e Leave in Silence, e a banda embarcou em sua primeira turnê mundial – See You Tour. Em setembro, o segundo álbum foi lançado, A Broken Frame, com resquícios da passagem de Clarke pela banda, mas já apresentando um pouco do que a banda se tornaria nos anos seguintes. Durante o início das gravações de A Broken Frame, a banda percebeu que precisaria de um quarto membro para a turnê e outros compromissos, portanto, no fim de 1981, eles colocaram um anúncio no Melody Maker que dizia: Precisa-se de tecladista para banda bem colocada - não queremos “perder tempo”. Alan Wilder, aos 22 anos, respondeu ao anúncio e, após dois testes com Daniel Miller, foi aceito como o quarto membro do Depeche Mode. Apesar disso, Alan foi informado que não seria necessário para a gravação do álbum propriamente dita, já que a banda queria provar que poderia obter sucesso sem Vince Clarke. A primeira contribuição musical de Alan foi em 1983, no single Get the Balance Right!.No terceiro álbum, Construction Time Again (1983), o Depeche Mode decidiu trabalhar com o produtor Gareth Jones, no John Foxx’s Garden Studios. O álbum foi uma mudança radical no som do grupo, principalmente pela combinação de Synclavier e Emulator com os synths analógicos usados previamente. Um bom exemplo do novo som é o primeiro single do álbum, Everything Counts, com letra crítica sobre o capitalismo, que chegou a 6º lugar nas paradas britânicas e também entrou nos maiores sucessos na África do Sul, Suíça, Suécia e Alemanha. Alan Wilder também contribuiu nas faixas The Landscape is Changing e Two Minute Warning. Alan foi responsável por desenvolver alguns clássicos da banda, como o álbum Violator em 1990. Alan era o membro mais empenhado na produção, enquanto a vasta maioria das músicas era composta por Martin. Ele refinou os demos de Enjoy The Silence(composta por Martin) e Songs Of Faith and Devotion em 1993, sendo esses trabalhos com maior riqueza em termos de produção. Durante os primeiros anos de carreira, o Depeche Mode havia conquistado grande sucesso no Reino Unido, Europa e Austrália, entretanto, em 1984 o sucesso foi ampliado para os Estados Unidos com o lançamento de People Are People, um “hino” anti-preconceito. Aproveitando o sucesso, a gravadora americana Sire (muito famosa pelo seu apoio ao movimento Punk e as bandas Pós-Punk) lançou uma coletânea com o mesmo título. Um mês depois, o álbum Some Great Reward foi lançado com ótimas críticas. O Melody Maker classificou o álbum como um chamado para “prestar atenção no que está acontecendo por aqui, bem embaixo dos nossos narizes” (McIlheney, B., "Greatness and Perfection", Melody Maker, 29 Setembro de 1984).O material do álbum foi considerado mais “obscuro” que os trabalhos anteriores, com destaque para os temas de canções como Master and Servant, uma relação agressiva que envolve sadomasoquismo e abusos morais; Blasphemous Rumours, um protesto sobre a arbitrária justiça divina e Lie To Me, sobre adultério. O álbum incluiu também a bela Somebody, uma balada romântica com uma letra menos convencional.
1985-1989: Celebrações negras, amores estranhos e a consagração mundial Em 1985, após o lançamento de quatro álbuns (dois por ano), Depeche Mode dá uma pausa e lança duas coletâneas. The Singles 81 - 85 para o mercado europeu e Catching Up With Depeche Mode para o americano. Das duas, somente a coletânea européia foi lançada no Brasil, com a faixa inédita Shake The Disease, que foi sucesso de público e crítica e é faixa obrigatória na coleção dos fãs da banda. Foi durante essa fase que a banda passou a ser associada com a subcultura gótica, que se iniciou na Inglaterra e aos poucos ganhou popularidade nos Estados Unidos. Em oposição, na Alemanha e outros países da Europa, a banda era considerada ícone de adolescentes, um resquício dos primeiros sucessos, mesmo com o tom mais sério e obscuro que as canções tinham ganhando.A maior transformação do Depeche Mode aconteceu em 1986, com o lançamento do 15º single Stripped e o quinto álbum Black Celebration. As letras se tornaram mais reflexivas e a sonoridade mais complexa sem perder a característica do uso de samplers. Os destaques ficam por conta de Black Celebration e Fly On The Windscreen. Neste álbum, uma música cantada por Martin L. Gore se tornou um grande sucesso nos EUA: A Question of Lust. Nas versões em cd deste álbum há uma bonus track chamada But Not tonight que recentemente ganhou uma linda cover feita por Scott Weilland (Stone Temple Pilots, Velvet Revolver) para o filme Não É Mais Um Besteirol Americano.
O videoclipe de A Question of Time foi o primeiro dirigido por Anton Corbijn, diretor responsável pelos clipes da banda que até hoje que já dirigiu mais de 20 vídeos da banda. Além das gravações ao vivo, ele também assina pelas capas de álbuns e singles. Alan aproveitou o momento para trabalhar em duas demos, lançado o material como primeira realização de seu projeto paralelo que atendia pela alcunha de Recoil, o álbum recebe o título de 1+2, de 1986. Em 1987, o álbum Music for the Masses reforça as mudanças no estilo da banda. O produtor Dave Bascombe (produziu Tears for Fears) participou da produção e “aparentemente” a banda havia abandonado os samplers por mais experimentação musical. Na Inglaterra a reação ao novo som foi decepcionante, em oposição ao resto do mundo que adorou e consagrou grandes hits como Strangelove, Never Let Me Down Again e Behind the Wheel. Os críticos aclamaram o álbum quase em unanimidade e o sucesso de vendas nos Estados Unidos foi estupendo. Seguindo o Music for the Masses, o grupo fez a turnê mundial de 1987 a 1988, a Concert for the Masses Tour. Praticamente todos os ingressos disponíveis para os shows desta turnê se esgotaram e foi encerrada em um show com um público de 80 mil pessoas. Esta turnê foi documentada no vídeo 101 (agora em DVD duplo com extras). No Brasil, o álbum também foi um sucesso de vendas com excelente divulgação nas rádios, principalmente para o grande hit Strangelove – canção indispensável em qualquer referência aos anos 80 e até hoje pode ser ouvida em casas noturnas e eventos em todo o mundo. Em 1989 é a vez de Martin L. Gore mostrar seu trabalho solo em Counterfeit, com músicas cover de The Durutti Column, Tuxedomoon, Sparks, entre outros no meio de 1989. a banda começou a gravar em Milão com o produtor Flood. O resultado dessa sessão foi o single Personal Jesus, completamente diferente das gravações anteriores. Antes deste lançamento, foram colocadas mensagens publicitárias nos jornais do Reino Unido com a frase “your own personal Jesus” – ao pé da letra, seu próprio Jesus pessoal, individual – em seguida, os anúncios incluíam um número de telefone que era discado, ouvia-se a canção. Existem regravações dessa faixa por inúmeros artistas, entre eles Johnny Cash e Marilyn Manson. Em 2006, ela foi escolhida com umas das melhores canções de todos os tempos através de votação pela revista Q.
1990-1994: Fé e devoção a uma das maiores bandas do planeta em 1990, é a vez do lançamento do single Enjoy the Silence e do álbum Violator, também sob a assinatura do produtor Flood (U2, Erasure). O single foi o mais bem sucedido de toda a carreira da banda sua vendagem foi absurdamente incrível, perdendo apenas para gigantes como Madonna e Michael Jackson. Já o álbum Violator, alguns dizem ser o mais bem produzido de toda a discografia até hoje e um dos melhores álbuns da história do Pop, trazendo mega hits como Personal Jesus. A faixa Policy of Truth também fez enorme sucesso no Brasil. A World Violation Tour foi absurdamente bem sucedida, como por exemplo o show em Nova York para o Giants Stadium, que vendeu 40.000 ingressos em apenas oito horas. Depois dessa turnê, o Depeche Mode emergiu como uma das maiores bandas da época. Alan aproveita o intervalo para, em 1991, lançar mais um EP do Recoil, o Bloodline, que contava com a participação especial de Douglas McCarthy - do Nitzer Ebb - no vocal em uma das músicas. Songs of Faith and Devotion é lançado em 1993 e rendeu umas das maiores turnês da história, a Devotional Tour. O álbum, mais uma vez produzido por Flood, abusava das guitarras distorcidas de Martin L. Gore e da bateria acústica de Alan Wilder, e assim que chegou ao mercado, atingiu o primeiro lugar de assalto, tanto no Reino Unido como nos Estados Unidos. Com um estilo mais rock que os álbuns anteriores, o Songs of Faith and Devotion também contou com influências gospel na presença de duas backing vocals de vozes marcantes em Condemnation, In Your Room e Get Right With Me. A turnê durou cerca de um ano e meio e, em 1994, chegou ao Brasil para duas apresentações em São Paulo. A Devotional Tour também foi documentada e lançada em vídeo (Agora em DVD duplo com extras) junto com uma nova versão do álbum ao vivo, chamada Songs of Faith and Devotion Live; apesar da indicação ao Grammy de Melhor Vídeo Longo de Show e a sua aclamação, o álbum ao vivo foi muito mau em vendas e tomado como um dos maiores erros comerciais da banda. Em 1994, o Depeche Mode tinha atingido o patamar da elite das bandas “de estádio” do mundo, ao lado de U2, R.E.M, INXS e The Rolling Stones. A longa duração da turnê, o abuso de drogas, as instáveis mudanças de comportamento de David Gahan devido seu vício em heroína e as constantes convulsões de Martin L. Gore geraram desgastes no relacionamento interno. No meio da turnê Andrew Fletcher voltou para casa com uma crise nervosa (fontes afirmam que foi também por causa do nascimento do filho de Andrew na época) e foi substituído nos shows por Daryl Balmonte, assistente da banda e que também trabalhava com o The Cure, inclusive nos shows de São Paulo. Por fim, Flood disse que devido ao inferno moral pelo qual passou dentro da banda, nunca mais trabalharia com ela (mudou de opinião depois e produziu um remix de Freelove em 2001).
1995-1999: A terrível queda, a dolorosa ressureição e o reconhecimento definitivo Em junho de 1995, Alan Wilder anunciou que estava deixando o Depeche Mode, dizendo que estava “insatisfeito com as relações internas do grupo e métodos de trabalho” (Jaakko's Depeche Mode – acessado em 3 de julho de 2007). Ele continuou trabalhando com seu projeto individual Recoil. Ainda segundo Jaakko's Depeche Mode, Alan disse que tinha contribuído significativamente com os últimos trabalhos e que sua participação nunca recebeu o respeito e reconhecimento que merecia. Após a saída de Alan Wilder, houve inúmeras especulações se o Depeche Mode continuaria a carreira e se gravaria mais. Os problemas do grupo eram inúmeros. Notícias que David Gahan havia tentado suicídio correram mesmo sob a negação do cantor. Outra polêmica foi uma overdose quase fatal que Gahan sofreu em sua casa em Los Angeles. Nos meados de 1996, finalmente o cantor se internou em um centro de reabilitação para combater seu vício em heroína e, atualmente, ele se declara completamente livre do vício. Apesar dos problemas pessoais de David, Martin L. Gore tentou várias vezes entre 1995 e 1996 fazer a banda voltar aos estúdios. Entretanto, David não aparecia e quando ia, levava semanas para conseguir gravar qualquer linha vocal. Apesar das dúvidas sobre a continuidade da banda, inclusive por parte de Martin, após a reabilitação de David Gahan, o Depeche Mode voltou a gravar.Em Abril de 1997, a banda lança o single It's no Good, maior sucesso desta nova fase. A música ficou muito bem colocada, inclusive no Brasil. Então o álbum Ultra é lançado, dessa vez produzido por Tim Simenon, que já usara a alcunha de Bomb the Bass( conjunto musical eletrônico que fez sucesso no Brasil e no mundo nos anos 80) e leva disco de ouro no Brasil. Ultra é o álbum mais pesado e "úmido" da história da banda. Outro single de grande sucesso no mundo foi Barrel Of A Gun, a mais pesada do álbum e uma das mais fortes da banda. Apesar do sucesso dos seus singles e a estréia em primeiro lugar no Reino Unido, o álbum não foi tão bem recebido pela crítica e pela maioria dos fãs, considerando um trabalho "pobre e hermético". Em função dos tratamentos do Dave Gahan para se livrar das drogas e dos próprios problemas da banda na turnê anterior, não houve nada além de duas pequenas apresentações, uma na Europa e outra nos EUA. Neste mesmo ano Recoil lança o seu primeiro LP, chamado Unsound Methods. Ele contou com muitos artistas convidados, entre eles a cantora Maggie Estep, novamente o vocalista Douglas McCarthy - do Nitzer Ebb - e a backing vocal da turnê Devotional, a saber, Hildia Cambell.1998 foi o ano em que o Depeche Mode lança a compilação The Singles 86-98 em CD e VHS (The Videos 86-98), que incluía um novo single, Only When I Lose Myself (gravada durante a produção do Ultra), de bela letra. Neste mesmo ano, a banda faz uma curta turnê chamada The Singles Tour de apenas quatro meses pela Europa, EUA e Canadá. Nos teclados, assumindo o lugar de Alan, estava Peter Gordeno. Na bateria, o excelente Christian Eigner deu vida ao show, que ficou perceptivelmente mais "orgânico" que nas turnês anteriores. Mesmo se recuperando ainda dos problemas internos e com uma curta turnê, ela atraiu um grande público, deu platina a coletânea (era uma coletânea dupla) e estabeleceu o Depeche Mode como uma banda que não importa se vende bem ou não, sempre tem turnês muito bem-sucedidas (Outras bandas nesse patamar são R.E.M., The Rolling Stones e U2). Também nesse ano foi relançada a edição remasterizada de The Singles 81-85 Ainda em 98, chegou ao mercado um álbum tributo chamado For the Masses que continha versões de canções do Depeche Mode gravadas por bandas como Smashing Pumpkins, The Cure e Deftones.
Anos 2000: Uma grande ascensão mundial Recoil lança seu segundo álbum, Liquid, em 2000, que não foi muito bem comercialmente. Exciter veio em 2001, com quatro singles: Dream On - inova com sua mistura de opostos (acústico e eletrônico), I Feel Loved - cumpre bem o papel de faixa comercial, sendo um grande sucesso nos clubes do mundo todo - Freelove - com a sua batida bonita, seu clima sério e seu belissimo final - E por último, já em 2002, é lançado Goodnight Lovers - uma baladinha (de boa letra) que nem chegou a ser executada na Exciter Tour, o que surpreendeu os fãs, que esperavam que The Dead Of Night ou The Sweetest Condition se tornasse o quarto single. Anton Corbijn, que já havia filmado o Devotional em 1993, filmou duas grandes noites da banda em Paris, tendo como resultado o mais ao vivo dos DVDs e um dos melhores da banda, o Depeche Mode: One Night in Paris, lançado em meados de 2002, também contando com a presença de Peter Gordeno e Christian Eigner no palco. A banda aproveita para descansar e trabalhar em projetos paralelos. Ainda em 2002, uma nova edição de The Videos 86-98 é lançada numa edição em DVD duplo, que incluía clipes raros como a versão original de Strangelove, os clipes de One Caress, But not Tonight e Condemanation (Paris Mix).
No início de 2003, Dave Gahan lança o primeiro trabalho solo, Paper Monsters, mais rock que tudo que já se viu no Depeche Mode, com influências até mesmo de blues (onde Dave Gahan toca até gaita); Dirty Sticky Floors, faixa principal do disco, foi bem executada nas rádios. O álbum teve uma turnê muito bem sucedida, contando com mais quatro excelentes músicos no palco. Com composições próprias, Dave Gahan começa a reclamar o seu espaço no Depeche Mode como compositor, o que gerou muitos comentários em público. Nesse interim, é lançado um álbum de covers (que também continha um DVD) Counterfeit II, projeto paralelo de Martin Gore, que tinha o single Loverman. Mais eletrônico que Dave Gahan, e mais depressivo também, o disco contou com o apoio de uma curta turnê pela Europa e EUA. No palco, dois músicos, além de Martin Gore, incluindo o tecladista Peter Gordeno. Ao final de 2003, o Depeche Mode relança uma edição especial do super clássico 101 em DVD, com dois discos, e algumas faixas que não tinham no VHS original e entrevistas recentes com Martin Gore, Dave Gahan e Andrew Fletcher. Em 2004, Dave Gahan lança o DVD Paper Monsters Live que incluía todas as faixas do álbum ao vivo e algumas do Depeche Mode, como: A Question Time, Never Let me Down Again entre outras. Todas as músicas foram também lançadas e um álbum que só foi vendido pela internet no formato MP3. Martin também lança uma versão do álbum Counterfeit II com músicas ao vivo desse projeto. É lançada também nesse ano a edição especial em DVD duplo do Devotional, incluindo algum material extra, entre eles as projeções de palco e as versões ao vivo de Halo e Policy of Truth, sem falar de um documentário feito pela MTV europeia na época. Também nesse ano, é lançado o álbum duplo Remixes 81-04, com uma edição limitada contendo um terceiro disco. Mike Shinoda do Linkin Park participou de uma nova versão de Enjoy the Silence, que teve até um single e um clipe novo. Playing The Angel, lançado em 17 de Outubro de 2005, foi precedido pelo single Precious. Gravado em Santa Barbara, Nova York e Londres. Playing The Angel foi criado mais rápido que os dois últimos CDs da banda e, pela primeira vez, incluiu três faixas escritas por Gahan, sendo co-produzido por Ben Hiller (Some Cities, do Doves, e Think Tank, do Blur). O album teve um bom desempenho apesar de alguns fãs alegarem estar mal mixado, destaque para os singles Suffer Well (ecrito por Gahan), A Pain That I'm Used To, John The Revelator e os não singles The Darkest Star, Macro e I Want It All. Playing The Angel representa um retorno criativo e atualizado à sonoridade dos anos oitenta, sendo um dos melhores trabalhos do grupo em toda a sua carreira. Em 2007 Dave Gahan lança Houglass, seu segundo trabalho solo. Mais eletrônico e mais Depeche Mode, singles como Kingdom e Saw Something chegaram a entrar nas paradas inglesas e americanas. No mesmo ano, Gahan faz uma pequena turnê, tendo lançado também um album virtual do material ao vivo do novo trabalho, Live in SoHo, pelo itunes. No mesmo ano, Dave Gahan já anuncia um novo album com o Depeche Mode, a ser lançado em 2009. No dia 15 de Janeiro de 2009, o site oficial anuncia o nome do album, e no dia 20 de Abril o album Sounds of the Universe é lançado, ficando em 1º Lugar em 21 países e ficando durantes semanas na lista dos mais vendidos na Europa, ultrapassando nomes de peso como Green Day e U2, Wrong foi lançado no dia 21 de Fevereiro e Peace, seu segundo single foi lançado no mercado europeu no dia 15 de Julho, e fez grande sucesso na MTV Brasil. Como anunciado no dia 6 de Outubro de 2008, uma turnê mundial iria começar para a promoção do album, e iria incluir páises que não foram agraciados com turnês nos últimos anos como os da América Latina principalmente, fazendo shows no Chile, Peru, Colômbia, Argentina e Brasil. Para a decepção de milhares de fãs, a Tour Of The Universe não iria mais tocar no Brasil, no dia 22 de Julho de 2009, os dois shows da turnê que seriam realizados no Rio de Janeiro e São Paulo foram cancelados. Os fãs fizeram um grande protesto com um site, composto por um abaixo assinado e um video, o endereço do site é www.depechemodenobrasil.net Grande influência e fonte de inspiração Em 2 de Novembro, o Depeche Mode ganha o prêmio de melhor banda do ano, no MTV Europe Music Awards, concorrendo com as Pussycat Dolls, Red Hot Chili Peppers, Keane e Black Eyed Peas. A influência do Depeche Mode pode ser notada por bandas tão diferentes que fizeram um álbum de tributo ao grupo em 1998. O potencial da banda dentro do cenário musical é enorme, principalmente na música eletrônica e Pop. Abaixo, segue-se uma lista de bandas que foram influenciadas, muito ou pouco, por Depeche Mode.Deftones, Lacuna Coil, Placebo, Camouflage, Linkin Park, Smashing Pumpkins, Rammstein, Paradise Lost, Coldplay, The Killers, Franz Ferdinand, HIM, Keane, The Bravery, Information Society e Pet Shop Boys. Outras menores também, como The Junior Boys, Gus Gus, Veruca Salt, God Lives Underwater, Hooverphonic, Failure, Apollo Four Forty e Monster Magnet. Existem bandas também que são fãs de Depeche Mode e acredita-se que já trocaram influências com a banda, como é o caso do The Cure, Foo Fighters, Queens of the Stone Age e Nine Inch Nails; ou artistas como Marilyn Manson, Tori Amos e Johnny Cash. Existem também bandas e artistas brasileiros que foram influenciadas pelo trabalho do Depeche, como Jay Vaquer, Alex Góes, o Skulk ou a banda cover Strange Mode. Os Pet Shop Boys ouviam muito o álbum Violator e o usaram como inspiração para o seu aclamado álbum Behavior. Neil Tennant disse que "Nós estávamos ouvindo o álbum Violator, que era realmente um bom álbum. Ficamos com muita inveja"; enquanto Chris Lowe disse "Eles realmente aumentaram de nível". Chester Bennington, principal vocalista do Linkin Park foi bastante inspirado pela banda, como pode ser visto pelos seus trajes no clipe de "What I've Done". Outro membro da banda, Mike Shinoda, recentemente afirmou: "Depeche Mode são uma das bandas mais influentes de todos os tempos, e são uma grande inspiração para mim".Entretanto, a maior e mais criticalmente reconhecida participação da banda foi definitivamente ser peça-chave na "explosão dance music" de Chicago e de Detroid, onde vários DJ's e produtores como Derrick May, Kevin Saunderson e Juan Atkins aclamavam a banda como maior influência, principalmente depois do lançamento do Music For The Masses. As bandas que influenciaram o Depeche Mode são principalmente o Kraftwerk, Velvet Underground e David Bowie. Ao vivo, admiram a banda punk The Clash. A banda resolve dar uma pausa, depois de uma das suas melhores turnês, a Touring The Angel, que teve uma média de 40 mil pessoas por show. Em Setembro de 2006, foi lançado o DVD duplo (com uma rara edição tripla) Touring The Angel: Live In Milan, com duas noites da banda e um grande show na cidade de Milão. Existem muitas coisas que o Depeche Mode fez que nenhuma outra banda do mesmo gênero faz, como por exemplo ser a única banda de música eletrônica a se apresentar em estádios, ter uma base enorme de fãs dedicados por todo o mundo e sempre ter álbuns estreando no Top 10 da Billboard 200, mesmo com mais de 25 anos de carreira. Seus álbuns vendem em média mais de 3 milhões de cópias; tem 18 singles na US Hot 100, 4 singles em primeiro lugar na US Modern Rock e 7 singles na US Hot Dance/Club Play, e mais de 20 singles no total a chegar em paradas de sucesso, de um modo geral. Em Maio de 2007, após cálculos e contagens das gravadoras, chegou-se ao resultado de 16 milhões de cópias vendidas nos EUA sozinhos, não incluindo singles. O Depeche Mode é considerado "a banda de música eletrônica mais popular de todos os tempos" pela grande maioria da crítica e do público mundial; superando grandes concorrentes, como New Order e os Pet Shop Boys.
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Quinta-feira, Junho 18, 2009
Não confundam um estilo com outro.
estava eu dando uma navegada na net quando me deparei com o yahoo respostas, um site de perguntas e respostas no qual sou cadastrado, e aonde uma garota fazia uma pergunta meio que inusitada, e por estar meio ocioso resolvi ler algumas respostas das quais a escolhida como melhor resposta era coerente em relação ao assunto, tudo bem alguém tinha que saber pelo menos o mínimo sobre aquele ritmo que confesso também gosto, então já que gostei da resposta resolvi ler outras, e ai que começou a minha decepção, por saber que a maioria das pessoas acham que funk é essa famigerada musica produzida no rio de janeiro, apesar de ter varias explicações sobre esse ritmo norte-americano na internet incluindo a melhor resposta do assunto citado, mas parece que infelizmente mesmo sabendo que esse estilo carioca de musica não é funk, continuam a chamar de funk, isso é um absurdo, pois não podemos confundir um ritmo com outro, seja ele qual for, seguindo essa linha de raciocínio eu bem que poderia chamar a musica sertaneja de country ou vice-versa, infelizmente em um país sem cultura você acaba se passando por chato tentando explicar esses fenômenos culturais para os leigos, mas acho que quem realmente tem interesse em conhecer e aprender coisas novas sobre o ritmo, corre atrás, e vai achar as informações que deseja, e abrir os olhos para um ritmo que ao contrário do que as pessoas pensam, não usa de subterfúgios para fazer sucesso. como já dito anteriormente, que busca na sexualidade e nas palavras de baixo calão o sucesso entre os incultos e classes menos intelectualizadas, se apossando do que é dos outros, é isso ai pessoal foi apenas uma opinião desse humilde escriba que vós fala, e ate o próximo post.
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Quarta-feira, Maio 20, 2009
Arthur Baker Planet Rock, Freestyle e Outras Histórias
Arthur Baker pra quem não sabe foi um dos produtores mais atuantes na cena eletrônica dos anos 70 e 80, junto com kraftwerk mudaram o modo de se produzir musica eletrônica, eu posso afirmar com certeza a sua imensa contribuição para musica, por esse que foi um dos icones da musica eletrônica nas décadas de 70 e 80.
Ass: Claytonfreestyle
Com toda certeza Arthur Baker é uma das figuras mais importantes da música decorrente dos anos oitenta. Nascido em Boston, Massachussets, onde começou a discotecar, principalmente influenciado pela Soul Music da Filadélfia. O seu primeiro trabalho como produtor ocorreu no ano de 1977, no auge da Disco Music com seus 22 anos de idade. Pelo selo West End, com o pseudonome de North End, lançou Kind of Life ( Kind of Love), que ele classificou como um tributo à região italiana de Boston. Na mesma época pelo selo Emergency, em parceria com Russel Presto, Tony Carbone, Maurice Starr e Michael Jonzun, lança a faixa Happy Days, último trabalho no qual não usou bateria eletrônica. Dois anos depois em 1979 ele é convidado a trabalhar com o cantor Joe Bataan.
Desta sociedade surge a música “Rap-O, Clap-O”, pelo selo Saul Soul. Segundo o cantor Joe Battan este foi o primeiro Rap gravado na história da música, antes mesmo que Kim Tim III e Rapper’s Delight da Suggarhill Gang. Nesta época Arthur Baker já se encontrava em Nova Iorque, onde começava uma revolução musical vinda das ruas e guetos da cidade. Trabalhava como vendedor em uma loja de disco, e na suas folgas andava pelos parques observando os b-boys (dançarinos de break), e os sons que eles ouviam, que ia da Disco Music à música eletrônica , que revolucionaria do grupo alemão Kraftwerk com Trans Europe Express, que na época era a musica preferida dos b-boys.Em 1981, com seu parceiro o tecladista John Robie, Kevin Donovan, também conhecido como Afrika Bambaataa e o DJ Kool Herc da Soul Sonic Force, produz um clássico e marco na história da música influenciando vários movimentos que viriam a seguir, como o Eletro, o Freestyle e próprio Hip Hop.
“Planet Rock” é a música, gravada no final de 1981. Arthur Baker usa samples de Trans Europe Express do Kraftwerk, e diz ter tocado a Demo pela primeira vez em uma festa de Natal em 1981. Arthur revelou que quando gravaram “Planet Rock”, sentiram que estavam entrando para a história da música. Ainda com o Afrika Bambaataa produziu “Looking For the Perfect Beat” e “Renegades of Funk”. No ano seguinte, 1982, produziu faixas para o filme Beat Street, primeiro filme a relatar o movimento do Break que explodia nas ruas de Nova Iorque. As faixas eram “I.O.U” do Freeez e “Walking On Sunshine” do Rockers Revenge. Ainda em 1982, Arthur Baker mais uma vez em parceria com seu amigo o tecladista John Robie, lança “Play At Your Own Risk” do Planet Patrol, usando a mesma base de Planet Rock, com a batida um pouco mais lenta, teclados melódicos de John Robie, e letra sentimentalista do Planet Patrol, esta música serviu de base para tudo que foi criado daí por diante no estilo Freestyle.Observamos mais uma vez a presença marcante e fundamental de Arthur Baker na criação de um novo estilo de música nos anos 80.
A fama do produtor se espalha pelo mundo, e em 1983, os integrantes no New Order viajam para Nova York ao encontro de Arthur Baker, em busca de inspiração e uma nova cara para o seu som, tentando fugir da melancolia do Joy Division, banda que faziam parte até o vocalista Ian Curtis se suicidar. Após alguns dias em estúdio surge “Confusion”, uma fusão das novidades tecnológicas e criativas usadas pelo produtor, que incluía o uso de samples, a prática dos loopings, etc, com a instrumentação melódica do New Order. E é claro a música foi sucesso, e influência para as futuras produções do grupo.Arthur Baker não só produziu, mas também criou projetos como o Criminal Element Orchestra com destaque para a faixa “Put The Needle To The Record”, de 1987, sampleada pelo M/A/R/R/S em “Pump Up The Volume”. E ainda Breaker’s Revenge de 1984, na qual Baker usou samples de “Girls Just Wanna Have Fun” da Cyndi Lauper. Na verdade, mesmo tendo feito uso de muitos samplers, Baker foi mais sampleado do que ao contrário. A lista de artistas com que Arthur Baker trabalhou no longo desses anos é imensa e de respeito, além de muito eclética. Segue alguns nomes: Bob Dylan, Bruce Springsteen, Rolling Stones, U2, David Bowie, Cyndi Lauper, Diana Ross, Loud Reed, Jimmy Cliff, Robbie Willians, New Kids On The Block ( até eles!). Tem mais: o respeitado Quincy Jones, Gypsy Kings, Debbie Harry, Oingo Boingo, Tom Tom Club, Bee Gees, All Green, Ottis Reding, Nene Cherry, Lolleatta Hollaway, entre tantos outros. Isso mostra a indiscutível importância de Arthur Baker no mundo da música.Pioneiro do Hip Hop, Freestyle, Electro e também figura importante na música eletrônica que existe hoje em dia. Graças a tudo que ele criou com mais alguns poucos como o produtor italiano Giorgio Moroder, podemos dizer que Arthur Baker é o homem a ser homenageado. A frase que li em um artigo perguntava: O que seria da música hoje sem o dedo de Arthur Baker? Impossível dizer, afinal Baker ajudou a criar praticamente tudo que ouvimos e dançamos nos anos 80.Ultimamente com mais de 60 anos Arthur Baker é dono de restaurantes e uma rede de salões de sinuca chamada Elbow Room. De vez enquando sai discotecando pelo mundo em projetos como a noite itinerante “Return To New York”, que viajou o mundo em 2006. E mais recentemente está com o projeto de uma nova banda chamada Merge pela gravadora Polygram, onde não é só o produtor, mas também líder da banda e tecladista.
by ALEX NASCIMENTO D.J.
FONTE: DE VOLTA AO ANOS 80 !!!!
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claytonfreestyle
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12:49 PM
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Quarta-feira, Fevereiro 18, 2009
Um pouco da historia do Synth Pop rítmo que se assemelha muito ao Freestyle.
Quero agradecer ao site autobahn que ajuda e muito a divulgação dos estilos nascidos nos anos 80, quem quizer dar uma conferida la so clicar no link abaixo valeu.
www.autobahn.com.br
Ass: Claytonfreestyle
Synth Pop
Kraftwerk
Gary Numan "Anos 80 - A Década do Technopop"Assim era a manchete da última edição da década da revista de música mais respeitada do planeta "New Musical Express"
Ano... 1968...Cidade: Dussedorlf - AlemanhaUma banda chamada Organisation, onde em seu núcleo encontramos dois músicos que se formaram com Karlheinz Stockenhausen, um professor de música erudita, que fazia experimentos com sons tirados de transmissores, antenas, mas nada com rítmo, apenas como experimentos em suas aulas, ritmos e climas espaciais. Esses dois jovens, chamados Florian Schneider e Ralf Hutter se destacaram pelo interesse nos experimentos em produzir sons inéditos. Em 1970 eles deixam o Organisation para formar o Kraftwerk o primeiro experimento em eletrônica com ritmo na história da música. Começava assim a história da música eletrônica como conhecemos hoje, techno, house, synthpop, freestyle, EBM, New Beat, trance, Technodrome, Technohouse, Acid House, Break, e mais dezena de estilos que nasciam do synthpop, o ritmo mais revolucionário após a chegada do rock.
Lançaram 3 álbuns com distribuição independente, apenas na cidade natal e alguns pontos da Alemanha. Mas foi com o álbum Autobahn, de 1974, que mudou a linha da história da música. Foi o primeiro disco de música eletrônica a chegar no resto na Europa, América, etc. E o mais importante, foi o primeiro disco a dispensar formalmente o uso de guitarras e bateria. Quando o disco chegou à Inglaterra e Estados Unidos, os garotos que frequentavam as matinês, eram os futuros integrantes do Depeche Mode, New Order, Pet Shop Boys, Erasure, Human League, Eurythmics, Devo... que simplesmente se apaixonaram por Autobahn, aquelas dezenas de sons que eles nunca tinham ouvido tirados de teclados e sintetizadores construídos pelos próprios integrantes da banda, era algo visionário definitivamente apaixonante que formaria o gosto musical destes garotos. Anos depois todos eles começaram a formar suas próprias bandas de synthpop.
Depeche Mode, New Order e Erasure
Os jovens do Ultravox, uma das primeiras bandas eletrônicas do país da rainha, formaram assim uma banda com objetivo futurista, mas ainda não tinham condições de terem seus próprios instrumentos eletrônicos. A banda fez shows com o que tinham durante 3 anos, guardando tudo o que ganhavam para em 1978 comprar um sintetizador e finalmente gravarem seu primeiro álbum. Gary Numan na época no Tubeway Army não teve história muito diferente, e quando conseguiu arrecadar o suficiente se tornou o primeiro músico inglês a usar um sampler em música, Cars foi a primeira música inglesa com samples. Em Sheffield, uma banda de analistas de sistemas que começavam a programar os primeiros computadores daquele país, fazia seus primeiros experimentos na música, assim nascia a banda mais futurista da Inglaterra o The Future, mais tarde encontraram um vocalista que se adaptou à proposta e criaram o Human League. "Futuristas" esse foi o primeiro termo que as bandas de synthpop receberam. O Human League acabou sendo a primeira banda a trazer o synthpop para o lado de cá do Atlântico. Com Don't You Want Me entraram para a história como a primeira banda inglesa a liderar a parada nos Estados Unidos desde os Beatles. Ali se formava o estilo que iria dominar toda a década de 80. Conhecido como o legado dos anos 80, cada década deixou sua marca na história, rock nos 60, a disco music foi o legado dos 70 e sem dúvida o synthpop foi o grande legado dos 80, o que os anos 80 deixaram para a história da música. Essa mudança na linha da música, orquestrada por Autobahn em 1974, se tornou a base da sonoridade da década de 80. As primeiras bandas de synthpop, eram totalmente experimentais e só encontravam espaço em gravadoras independentes, graças ao synthpop as gravadoras independentes (conhecidas como "indies"), dominaram a década de 80. Os assuntos geralmente passavam por todos os avanços tecnológicos da humanidade, clones, engenharia genética, andróides, computadores, o futuro estava ali, as bandas futuristas (termo também usado para definir os New Romantics, que faziam suas sonoridades baseadas no synthpop). Uma época em que o cinema destacava a ficção futurista. Guerra nas Estrelas, Blade Runner, Contatos Imediatos do Terceiro Grau, a música não podia ter evoluído sozinha. A arte caminhava como um todo, no cinema, na música, na dança, agora a forma de dançar era mais livre, as pessoas dançavam sozinhas, não havia mais necessidade de par, um estilo livre (Freestyle musicalmente também nasce logo depois), onde as pessoas começavam a romper as danças em casal, e começavam a dançar em passinhos, adotando muitas vezes o estilo robótico de linha de produção, com todos dançando ao mesmo tempo em passinhos que dominavam as pistas como um todo. Era a revolução que os anos 80 deixaram para a história.
Pet Shop Boys, Yazoo e Spandau Ballet
Várias bandas começam a experimentar na curiosidades dos milhões de sons e timbres que podiam ser inventados com aqueles maravilhosos teclados. Até aquele momento, só existiam praticamente 3 timbres em todas as bandas de pop/rock, guitarra, baixo e bateria, era um som extremamente limitado. De repente, eles tinham à frente deles, milhões de timbres, não precisavam ficar presos apenas naqueles 3 timbres, que já davam sinais de desgaste, sem qualquer novidade desde a chegada dos Beatles. Agora eles podiam criar qualquer clima numa música, sons para ouvir em casa curtindo, para dançar muito em uma pista de dança, ou simplesmente para descontrair. Era a revolução musical. De 3 timbres o pop passava a ter milhões de timbres, se não aparecesse naquele momento provavelmente a música pop estaria fadada a definhar-se. Assim, Depeche Mode, Human League, OMD, New Order (extremamente influenciado pelo álbum Autobahn do Kraftwerk, que tocava em todas as aberturas de shows do Joy Division até a morte de Ian Curtis, quando a banda resolveu dar uma nova ordem e fazer um som próprio, futurista e totalmente inédito), Eurythmics, Yazoo, Pet Shop Boys, ABC, Tears for Fears, Thompson Twins, Dead or Alive, Gary Numan, Howard Jones, Frankie Goes to Hollywood, Talk Talk, Thomas Dolby, começaram o que seria o estilo que dominaria a sonoridade da década de 80. Outras bandas começaram a trilhar pelos caminhos do synthpop, Culture Club, Duran Duran, Spandau Ballet, Visage, Landscape começaram um subestilo do synthpop, o New Romantic, mas todos dentro do synthpop ainda. Madonna, Cyndi Lauper, fizeram seus 3 primeiros álbuns totalmente baseados no synthpop, álbuns até hoje classificados como synthpop. A revolução não parou por aí. Bandas super influenciadas pela Disco Music, também aplicaram o que aprenderam ouvindo Giorgio Moroder, e numa mistura entre Moroder e Kraftwerk, fizeram sua própria linha de Synthpop, como o pioneiro Soft Cell, seguido por Yazoo (do genial Vincent Clarke, que tinha acabado de deixar o Depeche, banda que criou com 3 sintetizadores como um símbolo do Synthpop mundial), Bronski Beat, Erasure (mais uma vez o gênio Vince Clarke entrando em cena), Boys From Brazil (apesar do nome, era uma banda alemã desse misto de disco e synthpop), Communards, entre outras dezenas.
A-ha, Soft Cell e Madonna
Mas a envergadura do principal estilo dos anos 80 não pára por aí. Em 1982, um de uma casa noturna do Bronx periferia de Nova Iorque, começa a misturar a música negra norte-americana com a música extremamente européia até do Kraftwerk. Colocava o Kraftwerk como base de fundo e soltava os raps americanos em cima. A recepção do publico foi tão boa, que o DJ, a partir dali, formou sua própria banda. O Afrika Bambaataa, baseado nos beats de Numbers do Kraftwerk, e com o vocal de rap, criou o Break, ali nascia o movimento que faz sucesso em todo mundo até hoje. O Hip Hop! Como foi criado, um misto de 4 vertentes. O vocal improvisado e direto, falando do dia a dia de suas vidas, a dança, o Break propriamente dito, a técnica do DJ, mixando as bases eletrônicas para um vocal direto e o grafite, mas isso é uma história para esta seção. Dali surgem inúmeras reproduções da idéia do Afrika Bambaataa, incluindo Malcolm McLaren, com sua mistura versão de Break inglês, carregado no synthpop, Freeez, Nu Shooz, e dezenas de bandas seguindo as bases criadas com a mistura do som do Kraftwerk ao ritmo norte-americano, isso se reproduziu por todo o país, só que em alguns locais mais adaptadas à realidade latina. Foi assim que em Miami, o synthpop volta a se destacar, com a sequência da idéia do DJ Nova Iorquino. Mas ao invés de misturar o som do Kraftwerk, Gary Numan, Depeche Mode, Soft Cell, Pet Shop Boys ao som negro norte-americano, eles misturavam o som Kraftwerkiano aos ritmos latinos, suas influências familiares, assim vários porto-riquenhos, mexicanos que moravam e trabalhavam em Miami, começaram a criar sua própria forma de Freestyle, o estilo livre, ou seja, a mistura livre entre o synthpop europeu e as influências latinas. Assim nasceram as bandas de Freestyle, no Rio de Janeiro, conhecidas como Miami Bass ou Miami Freestyle. Noel, TKA, Information Society, todos numa só linha. O Synthpop! Sem dúvida o estilo que se espalhou por todo o mundo.
No Canadá surgiram o Men Without Hats da maravilhosa Safety Dance, o Trans-X (synthpop ultra-dançante como em Living on Video) e o Kon Kan que emplacou os hits I Beg Your Pardon, Harry Houdini e Move to Move, até estiveram no Brasil para algumas apresentações no final dos 80, dado o tamanho sucesso que a banda atingiu por aqui também, um synthpop direto para as pistas.
Cyndi Lauper, Tears for Fears e Dead or Alive
Em meados dos anos 80, na Bélgica começa a tomar corpo, um filho do synthpop. Criado em 1981 pela banda A Split Second, o synthpop belga, tinha um corpo mais agressivo, embora mundialmente ainda classificado dentro do synthpop, tinha um estilo meio próprio, uma linha de protesto envolvida na música. Não apenas como faziam OMD e Heaven 17 em toda a carreira e Human League nos primeiros anos, com suas letras totalmente politizadas trabalhando o synthpop e a música também como uma forma de conscientização. Na Bélgica o synthpop tinha além do protesto nas letras tinha um postura e sonoridade mais agressiva. Assim nascia o EBM, que ganhou notoriedade mundial apenas com a chegada do New Beat em meados da década. Quando um DJ sem querer soltou o disco de 45 rotações em 33 RPM, simplesmente a música ficou mais lenta, e o público gostou. Ali nascia mais um filho do synthpop, a New Beat que dominou a Europa na segunda metade da década de 80, ao lado de outro filho do synthpop, o Acid House. Com o estouro mundial do New Beat, todo mundo quis ouvir a música original, pronto, o mundo tinha seu primeiro contato com o EBM (Electronic Body Music, termo criado por Ralf Hutter do Kraftwerk numa entrevista em 1977, para definir o som da sua banda, e anos mais tarde adotado pelas bandas belgas para definirem o jeito belga de fazer synthpop). Não demorou muito o Front 242 conseguiu emplacar mundialmente o único EBM que liderou as paradas de todo o mundo, Headhunter.
Alphaville, Human League e Frankie Goes to Hollywood
Na Alemanha, a influência do Kraftwerk era tão notória quanto. Várias bandas alemãs, começaram o que seria chamado de Neue Deutsche Welle ("New Wave Alemã"), uma forma própria de New Wave, carregada essencialmente em sintetizadores. O synthpop alemão se manifestava claramente na New Wave com Spider Murphy, Trio, Nina Hagen. e bandas mais dedicadas aos sintetizadores como Alphaville, Sandra, Peter Schilling, The Twins, Camouflage, Celebrate the Nun. Não podemos nos esquecer da Áustria, que na mesma onda, também teve seu astro do synthpop. O Cantor Falco, que emplacou três grandes mundialmente (infelizmente no Brasil apenas dois) Rock me Amadeus, Der Komissar e Vienna Calling (uma brincadeira com London Calling, chamando a atenção para de onde vinha seu synthpop)
Mas o synthpop também teve sotaque Australiano. A genial banda Real Life, seguiu um impecável synthpop ao lado de Icehouse, com influências marcantes em ambas, do New Romantic e dos experimentos eletrônicos do David Bowie.
Sim na Itália, nascia a Italo Disco... o que seria a Italo Disco? Uma mistura do synthpop com Giorgio Moroder, também como no caso dfo Bronski Beat, Erasure, Communards, Soft Cell, só que desta mais puxada para o lado de Giorgio, italiano que revolucionou a música naquele país. Gazebo (com sua inesquecível I Like Chopin, clássica do synthpop oitentista), Savage (e sua eterna Don't Cry Tonight de 83, embora tenha estourado no Brasil só 8 anos depois, em 91, uma pequena demora para atravessar o Atlântico... rs), entre muitos outros. O sucesso da Italo Disco, a versão italiana do synthpop, foi tão grande naqueles anos, que até bandas de outros países começaram a fazer a linha synthpop mais puxada para a Italo Disco como Baltimora (Tarzan Boy), Bad Boys Blue (You're a Woman), Modern Talking (Brother Louie), todo mundo queria estar associado ao synthpop italiano, embora não tivessem nenhum parentesco italiano.
Visage, Culture Club e Eurythimics
Assim se formaram também Sabrina, Tom Hooker e uma dezenas de músicos que quiseram dar uma cara mais dance ao synthpop italiano, puxando ele de novo para a linha eletrônica do Pet Shop Boys, Depeche Mode e New Order.
Da escadinávia tínhamos como exemplo de synthpop o Secret Service da Suécia, e a banda norueguesa de maior sucesso de todos os tempos. O A-ha!!! Causando paixões nas meninas e ao mesmo tempo tocando seus próprios instrumentos, bem diferentes das boy bands como aguns criticos com muita dor de cotovelo tentaram classificá-los na época. O synthpop escandinavo, não parou por aí. No final da década de 80, dezenas e dezenas de bandas começaram a surgir influenciadas por New Order e Depeche Mode... mas isso também é uma outra história que pode ser acompanhada na seção 80 nos 90.
Mas se engana quem pensa que o esitlo não chegou no Brasil. Em 1981 uma banda seminal se forma em São Paulo, o Agentss. Olhem bem, em 1981 usando sintetizadores! Infelizmente o país não estava preparado e principalmente as gravadoras não queriam uma banda que fazia tudo. Mesmo assim, tivemos alguns exemplos, como o Azul 29 e sua inesquecível Video-Game, combinando perfeitamente com a revolução tecnológica da época. Chegando a alancançar vários fãs no underground paulistano. Mas a música eletrônica não ficaria restrita ao underground. Em 1984, surge a banda A Gota Suspensa, com uma sonoridade quase Kraftwerkiana, ultra-experimental, após o lançamento do primeiro álbum, a banda introduziu a influência do synthpop mais dançante do Depeche Mode, New Order, e o lado mais alegre da New Wave, mudando inclusive o nome da banda, o Metrô com Virginie nos vocais, e seus mega hits, Beat Acelerado e Tudo Pode Mudar, firmando o Synthpop nacional. Mas o maior ícone da história do synthpop no Brasil ainda estava por estourar, Luiz Schiavon, vidrado em sintetizadores (chegou até ter uma banda com 11 sintetizadores na época - o Polaris), criava a primeira banda eletrônica de sucesso no Brasil, ao lado de Paulo Ricardo. Demoraram anos para as pessoas perceberam o que aquele álbum Revoluções por Minuto do RPM, significaria para a história da música, todo mundo falava em rock nacional, mas poucos percebiam que músicas como Olhar 43, eram inteiramente baseadas na revolução Synthpop/New Romantic que dominava a Europa, com solos de teclados na linha de Depeche Mode, Soft Cell, Duran Duran, Human League e New Order. Finalmente a música eletrônica chegava ao topo das paradas no Brasil. Revolução acompanhado da criação das primeiras versões 12", ou simplesmente versões remixes para vários hits brasileiros, produziram remixes inesquecíveis para Louras Geladas, Revoluções por Minuto e Olhar 43, versões remixes ultra carregadas de synthpop, assim como faziam as bandas inglesas do synthpop. Mas a banda mais fiel ao estilo apareceria em fins dos anos 80. Uma banda formada por Marcelo e Filipo, mas que para alcançarem sucesso lá fora cantavam suas músicas em inglês (assim como fez o Sepultura), e utilizavam nomes puramente britânicos - o Filipo virou Phillip Ashley, o Marcelo virou Marc Rhiley, e assim nascia uma da principais bandas do synthpop nacional. O Tek Noir, que de cara já foi chamada para abrir os shows do Information Society no Ginásio do Ibirapuera na primeira passagem da banda por aqui. Nada mais lógico, uma banda synthpop nacional, abrindo para uma banda eletrônica. Poucas vezes vi uma abertura em shows no Brasil que combinasse tanto. A gravadora do Tek Noir, a Stilleto contratou ainda um dos maiores nomes do dance internacional para produzir o álbum, Mark Brydon, que tinha acabado de produzir bandas como Cabaret Voltaire e Yazz (aquela do mega hit Acid House, The Only Way is Up). Com influências que iam do New Order, Celebrate the Nun e Depeche Mode ao EBM de Front 242 e A Split Second, o público brasileiro ainda não estava tão preparado para a música do Tek Noir, embora se tocassem em rádio músicas como Drawings of Sorrow, muita gente ia pensar que era o novo hit dos Pet Shop Boys (palavras dos próprios integrantes da banda, em entrevista à revista Bizz, no lançamento do seu primeiro álbum - Alternative).
RPM, Metrô e Tek Noir
Enfim, a década do Technopop deixou seu legado para a história, provavelmente nossos filhos e netos, quando estudarem sobre a música dos anos 80, vão rever o único estilo que mudou a história da música e deixou seu legado para o surgimento de vários outros estilos nas décadas seguintes. Assim, como os 60 deixaram o rock e os 70 deixaram a disco, a contribuição da década de 80 para a história da música é sem dúvida, o synthpop!
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12:29 PM
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Quinta-feira, Fevereiro 12, 2009
um pouco mais sobre alguns produtores e artistas freestyle
pra quem não sabe Freestyle, nome em Inglês que significa estilo livre, refere-se ao estilo musical nascido nos Estados Unidos nos anos 80 criado pelos imigrantes Latinos de Miami e Nova york. A principal característica desse tipo de música é a mistura de outros estilos como Club, Dance Music, Blues, House Music entre outros.
Ass: Claytonfreestyle
Alguns Produtores de Freestyle (Obs: alguns além de produzir também cantam)
Tony Garcia
tony teve muitos intérpretes trabalhando com ele, entre estes podemos citar Reinald-O, com quem gravou seu primeiro disco independente e os sucessos “Forever”, “My sweety love”, “Another night” entre outros. Quem não pode ser esquecido também é N.V.(que começou a carreira com o nome de “Peter Fontaine”) com quem gravou “Just like the wind” e “Girl you hear me crying”. Tony lançou ainda a princesinha do Freestyle Lil’ Susy com o inesquecível hit “Take me in your arms”.
Tony Butler
o Pretty Tony Músico atuante em Miami no estado da Flórida, Pretty Tony é o maior nome quando se fala de Street Jam. Sua característica principal são seus arranjos eletrônicos pesados. Tony se consolidou ao lançar o lendário grupo de mesmo nome do movimento: O Freestyle. Suas principais produções com as inovadoras vozes robotizadas usando um recurso chamado vocoder foram Don’t Stop The Rock, It’s Automatic e The Party Has Begun. Além do eterno mito Freestyle, Butler lançou os maiores sucessos da inesquecível Trinere. Entre eles, podemos citar How Can We Be Wrong, They’re Playing Our Song, I’ll Be All You Ever Need, etc. Além de produzir raridades destes artistas, Tony também gravou suas próprias músicas com a mesma qualidade, um exemplo é sua música Jam the Box. Tony Butler investiu ainda em produções de outros nomes lendários do Street Jam como o imortal Newcleaus.
Tolga Katas
é outro grande exemplo de gênio do Freestyle. Cada produtor tem um ponto forte que o diferencia dos outros, o de Tolga são os arranjos. Pioneiro no estilo, Tolga Lançou seus primeiros sucessos em 87: Leave It All Behind e Loving Fool. Um grande produtor trabalha com grandes intérpretes, e com esse pensamento, Katas ainda em 87 produziu o primeiro álbum de um promissor estreante: O álbum “Party Your Body” de Stevie B Com o estouro da música de trabalho, Tolga Katas e Stevie B iniciaram uma longa e duradoura parceria, que culminou com a produção de vários sucessos como Spring Love, Dreaming of Love, Funky Melody, I wanna Be The One, entre outros. Tolga e Stevie produziram juntos também Pump Up The Party com o nome “Hassam”. Ele lançou sucessos como Sending All My Love e If You Could Be Mine da banda Linear, esta cujo vocalista trabalhou fazendo back in vocal do grande Stevie B. Trabalhou também com Coro, que fez participações nos shows do Stevie fazendo back in vocal e dançando. Outro intérprete que não pode ser esquecido é Ray Guell. Juntos, Tolga e Ray lançaram vários álbuns como Inspiration e Givin’ Up, mas sem dúvida os álbuns que ficaram mais conhecidos foram You Took My Heart e Just Another Lover, este último se tornou a bandeira de Ray Guell que se tornou nome forte do “Latin Freestyle”. Tolga ainda ficou conhecido por produzir nomes como o inesquecível G.T. do hit Take My Hand e I Need You. Além de G.T., Tolga tem entre seus produzidos Tony Marino com One love, Brandon com Destiny e Cherokee com No More Tears, No More Lies. Tolga vive em Burbank, Califórnia, onde tem sua gravadora independente, a “En2go”.
Stevie B
Além de ser o maior intérprete do Freestyle/Melody é também um ótimo produtor musical. Entre suas produções podemos citar o hit “Pretty Girls” do Miami Crew Jam que tem como membro o próprio Stevie participando nos vocais. Também gravou e produziu no fim dos anos 80 ao lado de Tolga Katas a música Pump Up The Party com o nome de Hassan. Stevie B participou da produção de várias músicas de Tolga como Leave It All Behind, mas se destacou com o hit Paradise intrepretado por Korell (aqui no Brasil se tornou febre e chegou a fazer parte da trilha sonora da novela “A viagem” da Rede Globo).
Mickey Garcia
é o fundador e presidente da lendária gravadora “Mic Mac Record’s. Para demonstrar a grandeza dessa marca é preciso apenas mencionar alguns dos nomes que foram lançados por ela, que pelo jeito não são poucos, entre eles os maiores foram Johnny O, Cynthia, Tiana, Nyasia, Dominica, Clear Touch, Rios Sisters, entre outros. Ele mostrou ser um talentoso produtor e não viveu apenas a sombra de seu irmão Tony Garcia com quem realizou grandes trabalhos musicais.(Tony Garcia esteve presente em muitas das melhores produções da gravadora de Mickey como por exemplo na produção das músicas de Johnny O, Cynthia, Tiana entre outros).
Principais Artistas do Gênero.
Johnny O
Considerado por muitos o maior intérprete de todos os tempos com grandes álbuns como o insequecível Fantasy Girl de 1987. Johnny lançou também outros sucessos como Runnaway Love, The Freestyle, Highways of Love, Memories, In Time, entre outros. Ele foi com certeza um dos grandes trunfos de Mickey Garcia e da Mic.Mac. Johnny Ortiz nasceu no Brooklyn, no grande estado de Nova Iorque. Seus grandes sucessos tem como marca os arranjos do grande Dr. Edit, como é o caso de Fantasy Girl.
Trinere
Nascida em Miami no estado da Flórida, Trinere Veronica Farrington foi a grande sensação no mundo dos “Street Jams” no meio dos anos 80. Trinere começou sua carreira como cantora com apenas cinco anos de idade e demonstrando imenso talento e força de vontade logo se tornou um grande nome. Ela não apenas se interessou pela música como também buscou estuda-la, na universidade de Miami. Trinere foi inluenciada e inspirada por lendas da música como Donna Summers, Natalie Cole e Phillis Hyman. Outras cantoras importantes para ela foram Madonna e Janett Jackson. Durante os anos de escola dela, Trinere foi a líder vocal de uma banda popular em Coconut Grove, Flórida, chamada Euphoria. Depois de terminar os estudos ela passou um tempo trabalhando em Buffalo, Nova Iorque, com o lendário mestre do Funk Rick James. Trinere começou a trabalhar com o grande produtor Tony Butler em 1985, quando juntos eles praticamente revolucionaram a música eletrônica. Trinere tem vários sucessos na carreira, entre eles I Know You Love Me de 1984, All Night de 1985, How Can We Be Wrong de 1986, They’re Playing Our Song e I’ll Be All You Ever Need de 1986 e Rockin' To The Rhythm de 1992.
Lydia Lee Love
fez muito sucesso com apenas uma grande música, o hit “Don’t take your love” de 1987 gravada pela New York Groove Record’s. Apesar de possuir apenas uma grande música, Lydia escreveu seu nome junto dos maiores do estilo. Até hoje ela possui uma legião de fãs nos Estados Unidos e também aqui no Brasil. Em nosso país sua música fez muito sucesso na década de 90 ganhando uma regravação em português, a música “Amor proibido da dupla de mc’s Ricardo e Esquisito.
Spanish Fly
Este nome que a primeira vista pode ser estranho dá nome a maior banda de “Latin Freestyle” de todos os tempos. Formada entra as décadas de 80/90, teve entre outros sucessos o hit “Precious” de 1991, que no Brasil ficou conhecida como melô da flecha. Também é deles o hit “Treasure of my heart” que é cantada parte em Inglês e parte em Espanhol.
Linear
A banda Linear sob os vocais de Charlie Pennachio, as guitarras de Wyatt Pauley e percurssão de Joey Restivo fez muito sucesso no final dos anos 80 e início dos anos 90. Seu maior trunfo musical foi sem dúvida o fenômeno, um dos ícones do Melody, “Sending all my love” gravado pela Futura International Record’s em 1989. Também gravaram outros sucessos como “If you could be mine”.
Ray Guell
Ray Guell é “o nome” quando se fala de “Latin Freestyle”, é quase impossível apontar alguém que não conheça seu trabalho. Ray cantou suas baladas no auge do Freestyle no final dos anos 80, sua marca registrada sempre foi os arranjos perfeitamente armônicos e melódicos. Considerado por muitos o maior sucesso de Ray, o hit “You took my heart” gravado em 1989 encabeça a lista de hits eternos junto com outros. Apesar desse ser considerado o melhor, a música que marcou a carreira de Ray Guell e lhe deu grande fama principalmente nos Estados Unidos foi o hit “Just another lover”, uma música legitimamente latina.
Collage
A banda de Adam Marano que fez sucesso nas pistas no apse do Melody com o grande sucesso “I’ll be loving you” e mais tarde com o hit “Dianna”.
In-Dex
Pouco existe de informação sobre esse cantor que foi ícone dos anos de 1988 e 1989, não tem se nenhuma foto dele, mas sua música fala por si própria. In-Dex gravou seu primeiro grande sucesso em 1988, o hit “Give me a sing” pela Komix music. Em 89, voltou de novo com mais uma linda música, “Now you’re gone” gravado pela Big shot record’s.
Coro
Dono de uma voz única Jose Coro é a maior voz latina dentro do universo do Freestyle. Filho de mãe dominicana e pai cubano, Coro iniciou sua carreira como cantor com apenas oito anos de idade. Não demorou muito para ele começar a trabalhar com nomes ilustres, como o rei Stevie B com quem fez shows como dançarino e back in vocal. Coro e Stevie se conheceram através de Tolga, famoso produtor que gravou grandes sucessos pela Cutting Record’s e Atlanthic Record’s. Mais tarde ele conheceu Zahid Tariq, com quem gravaria suas três grandes músicas que foram “Were are you tonight”, “Can’t let you go” e “My fallen Angel”.
Noel
Quem não lembra de Noel e sua contagiante “Silent Morning”, hit das festinhas e pistas no final dos anos 80? Noel começou sua carreira em 1987 quando lançou seu primeiro single “Silent Morning”, que foi um marco na história da música eletrônica. Em 1988 lança seu primeiro álbum, intitulado apenas NOEL.Quase simultaneamente lança seu segundo single “Like a Child”, outro hit inesquecível. No final do mesmo ano lança um terceiro single “Out of Time”e no começo de 1989 sai um quarto single, ainda desse primeiro álbum, “Change” que não obteve tanto sucesso quanto os anteriores. No começo de 1990 Noel ainda agitava as pistas com “Silent Morning”, música que no decorrer dos anos ainda sairia em várias coletâneas de “Freestyle”. Já em 1993 participou de um projeto de Tony Moran, com a música “The Question “, projeto no qual Tony dividia os vocais com vários artistas da época. Nesse mesmo ano lança seu segundo álbum, HEARTS ON FIRE, um trabalho muito diferente do anterior, no qual trazia uma cover de “Donna”de Ritchie Valens. Durante muito tempo não tivemos notícias sobre Noel, apenas alguns boatos de que ele havia contraído o vírus da AIDS e até que havia morrido.Na verdade eram apenas boatos e em 2000 foi convidado a participar de um festival chamado Freestyle Reunion, que reunia vários mestres do estilo. Em 2001 chega à lançar alguns singles, entre eles “Will I Find a True Love” junto com o produtor Ford. As últimas notícias que temos de Noel é que ele estaria trabalhando em um novo álbum e que já anda tocando ao vivo algumas de suas músicas inéditas. Com esse fortíssimo “revival” dos anos 80, com bandas da época lançando álbuns maravilhosos, shows de bandas que já não esperávamos mais aqui no Brasil, percebemos que não é impossível Noel reaparecer trazendo um novo hit pra agitar nossas noites, com direito à “dança do lencinho” e tudo mais.
Bardeaux
Banda formada pelas três gatas Moeth, Smith e St. James, foi febre no início dos anos 90 com o hit “Bleeding heart” gravado em 1989. Uma grande curiosidade dessa banda é que elas gravaram seu disco no Japão, terra até então inexplorada pelos Freestylers. E foi lá na terra do Sol nascente que elas inovaram sendo uma das primeiras a utilizar o Cd como mídia matriz.
Nyasia
Artista da MicMac, Nyasia fez sucesso com a música “Now and forever”. Também fez sucesso com o hit “I’m the one”.
Samuel
Tem na sua carreira a música dance mais bonita de todos os tempos, a “Open your Eyes”. Samuel foi mais um dos grandes artistas a gravar com a Cutting Record’s.
Lil’ Suzy
Considerada a princesinha do Funk, ela desponta como uma das grandes vozes que gravaram com Tony Garcia. Lil, entre outros sucessos gravou “Take me in your arms” com o grande Dr. edit. Com este hit tornou-se uma das mais jovens cantoras a figurarem no topo da Billboard, aos 13 anos. Logo após, deixou Tony e começou a fazer suas produções com Victor Franco. Hoje tem sua prõpria gravadora, a Paradise Records.
Ascensão do estilo
O estilo cresceu muito desde o seu nascimento, porém, o período de maior sucesso foi com certeza entre o final dos anos 80 e início dos anos 90 quando surgiram grandes nomes do estilo, cada um com sua peculiaridade, tornando o estilo diversificado e cada vez mais único. Adaptações musicais do começo dos anos 90 Muitos elementos surgiram com o início dos anos 90, a mudança principal foi o câmbio do disco LP pelo Cd.
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Stevie B e sua relação com o Brasil.

Stevie B é conhecido no Brasil como o rei do “Funk Melody” ou do “Freestyle”. Além de cantor,ele é compositor e produtor musical. Casado há 16 anos com a carioca Paula B Hill e pai de três filhos, Amir, 14 anos, Aysha, 5, e Aliyah, 3, Steve já emplacou vários sucessos no cenário da música americana e brasileira, tais como: “Party your body”, “Spring Love”, “In my eyes”, “Because I love you”, que já ficou quatro semanas no topo das músicas mais tocadas do U.S. Billboard Hot 100. A ligação de Stevie B com o Brasil vai além do casamento com Paula. Ele, que é americano, mas fala português fluentementemente, há mais de 20 anos vive na ponte aérea Estados Unidos - Rio de Janeiro. Atualmente morando em Las Vegas, onde possui o próprio estúdio, a família B se dedica à divulgação de novos projetos musicais, tais como uma parceria com o cantor Latino e o “remake” da música “Spring Love” com o conhecido rapper americano Pitbull. Com 10 discos na carreira e muita criatividade, Stevie B promete um novo sucesso no mercado: a música “Get this party staterd”. O seu produtor musical, o brasileiro Map Style, tem trabalhado com afinco para que esse novo “hit” seja um grande sucesso. Além de Stevie, Paula também mostra que tem talento musical. Ela já compôs e gravou três Freestyles mais conhecidos no rio como funk melody, entre eles as músicas “Sonhando” e “Me beija e me ama”, que foram sucessos embalados pelo auge da época dos grandes bailesdo rio. Paula, que se dedica à educação dos filhos, enquanto o marido passa horas entre arranjos e composições no seu estúdio, afirma que o relacionamento entre eles sempre foi muito sólido devido ao diálogo, respeito mútuo e amor pela música. Stevie B, que nasceu Steven Bernard Hill, está com 50 anos e muito fôlego para continuar compondo e fazendo shows aqui e no Brasil.
Acesso à discografia:www.myspace.com/steviebmusic www.hottunes.com steviebent@yahoo.com
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Quarta-feira, Fevereiro 11, 2009
O Blog Freestyle Forever está de Luto
Em 15 de dezembro de 2008, A Cantora de Freestyle Old School Sandeé foi encontrada morta em seu apartamento na Florida. com isso o Freestyle perde uma de suas Divas, mas enquanto suas músicas forem tocadas nas rádios e clubes pelo mundo afora ela será sempre lembrada.
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Em 1987, Sandee gravou seu primeiro single em carreira solo “Always Beside Me”, na Pizazz Records, produzido por Avy Gonzales. No mesmo ano, ela lançou o segundo single “You’re The One” na mesma gravadora. Já em 1988, Sandee lançou o terceiro single “Notice Me” pela Fever Records com produção de Robert Clivilles & David Cole. Em 1991, foi lançado o primeiro álbum chamado “Only Time Will Tell” pela Rush Associated com a música “Love Desire” como carro-chefe.
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4:07 AM
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Quarta-feira, Novembro 26, 2008
O estilo mais urbano de dança é sinônimo de esporte e estilo de vida
Protagonizado pelos dançarinos chamados B-boys (homens) e B-girls (mulheres), esse esporte é também um estilo de vida que está diretamente ligado à cultura hip-hop. Em shows de rap ou black music é comum encontrar as rodas que concentram essas figuras. Além de combinar com o clima da cidade, a modalidade é a única no universo da dança que nasce como uma competição direta entre os participantes.
A forma de avaliar as performances e definir o ganhador é simples – fica com os louros da vitória a pessoa que apresenta o maior número de movimentos originais, poses com elevado grau de dificuldade e acrobacias baseadas sempre no solo, como rodar o corpo inteiro de ponta cabeça tendo como único ponto de apoio a própria cabeça.
Há também certa rivalidade entre os grupos de dança, mas que fica restrita às pistas no melhor espírito esportivo. Quando dois ou mais B-boys dançam juntos eles são chamados de crew. Na história dessa prática, algumas das mais famosas “crews” espalhadas pelo mundo são New York City Breakers e Rock Stead Crew (Estados Unidos), Gamblers, extreme (Coréia do Sul), Flying Steps (Alemanha), Pockemon (França) e Mortal Combat (Japão). Todo ano esses conjuntos se encontram em batalhas internacionais de Breaking. O evento mais reconhecido por sua grandiosidade é “Battle Of The Year”, que acontece normalmente em terras alemãs.
O termo Breaking surgiu entre os anos de 75 e 76, no Bronx (Nova York) e veio do vocábulo do rap “Break/B” que designa um trecho de música, na maioria das vezes instrumental, na qual se percebe mais a batida e a linha do baixo ao invés dos vocais e os demais instrumentos. Dessa forma, ficaram conhecidos como B-Boy e B-Girl, os garotos e garotas que dançavam a partir do break da música.
Muitas academias de ginástica e escolas de dança brasileiras oferecem o aprendizado do Street Dance, que nasceu do Breaking e foi originada em meados dos anos 80 na chamada Golden Age (Era de Ouro). Tal nome se deve ao fato de esse estilo ser baseado em toda a forma de expressão no universo das danças de rua focadas na cultura negra. O Street dance é a modalidade mais freqüente na mídia hoje, em videoclipes de música black, R&B e Pop. Não é dançado somente no acento rítmico da batida, mas também nas convenções vocais e instrumentais da música, e essa é sua principal diferença em relação ao Break.
O Breaking é um universo rico em possibilidades e une o que há de melhor no esporte e na dança. Para quem tem muita flexibilidade e talento para se mover conforme a melodia, tentar aprende-lo é um bom desafio. Para os outros mortais, resta apreciar a beleza dessa manifestação cultural e aplaudir.
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11:34 AM
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Quinta-feira, Novembro 06, 2008
Bboy wing vence Red Bull Bc One 2008
é pessoal aconteceu no último dia 5 desse mês como ja tinha falado anteriormente o campeonato mundial de bboys red bull bc one, que teve como grande campeão o bboy wing da crew coreana jinjo e para aqueles que estavam torcendo pelo pelezinho infelismente não foi dessa vez, veja abaixo o video da final bboy taisuke vs wing.
ass: Claytonfreestyle
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6:09 PM
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Quarta-feira, Outubro 15, 2008
Chegou a Vez da França, Red Bull Bc One Paris 2008
O Hip Hop encontra-se presente por todo o lado na França, e a dança é o esporte nacional mais popular depois do futebol. O “estilo francês” de B-Boying é mundialmente conhecido – é forte, competitivo e com uma dose de humor. O público francês tem-se mostrado muito interessado na dança Hip Hop e no B-Boying. Mais de 10,000 espectadores assistiram em Março à competição de dança Juste Debout, no Palais Omnisports de Paris-Bercy. A edição francesa do evento Battle of the Year, tem atraído 7,000 pessoas a Montpellier todos os anos. O vencedor da última edição da Red Bull BC One, o B-Boy Ronnie, de Las Vegas, EUA, acabou de ganhar o título de
“America´s Best Dance Crew” na série da MTV com o mesmo nome, com a sua “Super Cr3w”. Ronnie é o único B-Boy que tem competido em todas as edições da Red Bull BC One.“A Red Bull BC One tem feito história todos os anos, e este ano, na França, será melhor do que nunca. Sinto-me honrado por fazer parte dela! Paris, aqui vou eu!”, exclama ele.As B-Boy battles têm origem em combates mano-a-mano. Nos últimos 15 anos estes foram relegados para segundo plano, face à crescente popularidade de competições entre Crews nos grandes eventos.
Estrutura:
1º round (16 competidores): frente-a-frente
2º round (8 competidores): frente-a-frente
Quartos-de-final: frente-a-frente
Semi-final
Final
Os competidores são seleccionados para a Red Bull BC One pelas suas excelentes aptidões artísticas, carácter extraordinário e uma boa reputação junto da comunidade da dança. Dezasseis competidores com origem nos quatro continentes encontram-se prontos para elevar o nível e demonstrar a arte do Breaking em Paris no próximo mês de Novembro. O evento terá lugar no ‘104’ [http://www.104.fr/#fr], um local de criação artística único no mundo. Aberto a todas as formas de arte este espaço de dimensões gigantes quebra barreiras entre o transeunte, visitante ou o simples curioso e todas as formas de arte.
DJ: DJ Tee Juízes: B-Boy Ivan, Extremo; Hong 10; Lilou; Storm
B-Boys: Baek (Coreia); Benny (África do Sul); Cico (Itália); Just Do It (Holanda); Kid David (USA); Kolobok (Ucrânia); Lil Ceng (Alemanha); Lil G (Venezuela); Lil Kev (França); Menno (Holanda); Mounir (França); Nasa (Austrália); Pelézinho (Brasil); Ronnie (EUA); Taisuke (Japão); Wing (Coreia).
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11:49 AM
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Terça-feira, Setembro 23, 2008
Last For One Korea
pessoal estou hoje postando esse video so para mostrar como quando se tem incentivo as coisas funcionam, esse video foi gravado na korea do sul, aonde até o governo apoia o bboying e onde tem muito dinheiro investido, tornando o bboy muito profissional parece ate coisa de cinema.
ass:Claytonfreestyle
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Sexta-feira, Agosto 22, 2008
Roland TR 808
Um dos primeiros usos deste instrumento musical foi uma apresentação ao vivo da Yellow Magic Orchestra em dezembro de 1980 na canção "1000 Knives", composta por Ryuichi Sakamoto. O TR-808 foi um avanço em relação à caixa de ritmos anterior da Roland, o modelo CR-78, com um som mais pesado, mais opções de sons e melhores controles para permitir controle ao utilizador em tempo real. Seu lançamento foi anterior ao da interface MIDI, entretando, devido a sua popularidade, vários fabricantes passaram a fornecer kits MIDI para o sintetizador nos anos seguintes.
Somente em meados da década de 1980, anos após a descontinuação do TR-808, seu som tornou-se popular na música. No final da década de 1980 o instrumento já era bastante popular na música eletrônica e no hip-hop.
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Gerson King Combo
Este artigo é apenas um pequeno resumo da vida desse que foi um dos maiores icones da black music brasileira.
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Quarta-feira, Agosto 06, 2008
Novos Artistas Freestyle

Olá pessoal, fans legitimos do autêntico freestyle, devido a falta de conhecimento sobre novas produções freestyle, ja que a maioria so conhece os clássicos resolvi fazer hoje uma lista com alguns artistas novos para quem tiver enteresse de correr atrás e poder ouvir que o freestyle continua vivo e produzindo sempre novos sucessos.
Obs: na foto acima se encontra a nova geração do freestyle na alemanha.
ass: claytonfreestyle
segue abaixo a lista.
Apollo
Dolicia Paris
Freesystem
Sound machine
Free maxx
4 to the maxx
Double Effect
Ximena
Nicky Daniels
Aleka
Dj Locke
The Officer & Elios
Freestyle project
The Freestyle Academy
Entre muitos outros
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7:46 AM
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Terça-feira, Abril 08, 2008
Filmes que o pessoal do movimento hip hop não podem perder
Olá pessoal frequentadores fieis do meu blog venho trazer a voçês hoje verdadeiros clássicos do cinema, filmes que recomendo sobre o tema hip hop, Breaking e freestyle, espero que gostem e tambem participem comentando as matérias para que este que vos fala continue esse magnifico trabalho de divulgação sobre o hip hop e freestyle e para começar wild style 1982.
Ass: claytonfreestyle
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DJ e produtor Afrika Bambaataa volta ao Brasil para turnê em nove cidades
Afrika Bambaataa é o pseudônimo de Kevin Donovan, líder da Zulu Nation, reconhecido como fundador oficial do hip hop. Nascido e criado no Bronx, ele se utilizou de muitas gravações já existentes de diferentes tipos de música para criar raps. Usando sons, que iam desde James Brown até o som eletrônico da música "Trans-Europe Express" (da banda européia Kraftwerk), e misturando ao canto falado trazido pelo DJ jamaicano Kool Herc, Bambaataa criou a música "Planet Rock", que hoje é um clássico.
Bambaataa criou as bases para o surgimento do miami bass e do freestyle, ritmos que infuênciaram o funk carioca. O álbum de 1982 "Looking For The Perfect Beat", inspirou Marcelo D2 a criar seu segundo disco solo, "À procura da batida perfeita", lançado em 2003.
Na Fundição Progresso, o show do artista será apresentado por Don Negrone e vai contar com a participação de outras atrações de peso. São eles: Mr. Catra, Bnegão, Shawlin, DJ Tamenpi e DJ Castro.
Os ingressos para o show no Rio já estão à venda, combinados com a doação de um quilo de alimento não-perecível. Os do primeiro lote custam R$ 15, os do segundo, R$ 20, e os do terceiro lote, vendidos no dia do eventos, custarão R$ 25. A Fundição Progresso fica nos Arcos da Lapa 24. Informações pelo telefone (21) 2220-5070.
Confira a agenda dos shows:
11/04 - RIO DE JANEIRO - FUNDIÇÃO PROGRESSO
19/04 - BRASÍLIA - DF
20/04 - CAMPINAS - SP
24/04 - CLASH CLUB - SP
25/04 - CURITIBA - PR
26/04 - GOIÂNIA - GO
27/04 - VIRADA CULTURAL - SP
30/04 - MINTH - SP
01/05 - FLORIANÓPOLIS - SC
02/05 - BALNEÁRIO - SC
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Domingo, Abril 06, 2008
Afrika Bambaataa em Brasília
e ai pessoal do freestyle e do hip hop, venho hoje postar sobre uma super novidade, para quem nao sabe se trata do grande afrika bambaataa, que vai fazer um super show pela primeira vez em Brasília, para quem curte a boa musica nao pode perder, o show vai ser dia 19/04/08 na universidade de Brasília tenda da unb, e fica ai a oportunidade de ver de perto o cara que junto com kraftwerk revolucionou a musica eletronica mundial, e desde ja fica tambem o convite a todos que poderem participar dessa grande festa, que com certeza vai ser um marco histórico para cena underground de Brasília, e espero todos lá, pelo menos eu vou, ate a proxíma e freestyle forever.
obs: quem sabe não toque um set de freestyle da melhor qualidade ja que se trata de uma festa old school.
obs2: se voçê não sabe quem é africa bambaataa rola a barra de rolagem mais abaixo.
Ass: Claytonfreestyle
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5:54 PM
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Sexta-feira, Abril 04, 2008
Novas Traduções Freestyle
olha nois aqui de novo pessoal do freestyle dessa vez trazendo mais traduções com verdadeiros classícos do estilo freestyle incluindo uma das 10 melhores musicas segundo é claro a minha opinião pessoal, mas garanto que qualquer fan de verdade do freestyle se amarra nesse som por enquanto que estou sem tempo vou postar somente uma tradução com o tempo vou colocar mais algumas perolas do freestyle agora sem mais demoras vamos a tradução começando muito bem com ray guell - you took my heart.
Ass: Claytonfreestyle
Ray Guell - You Took my Heart
Tudo que eu faço é pensando em nosso amor
É dificil para mim viver sem seu amor
A primeira vez que eu te vi
Eu não sabia que isto poderia acontecer
Eu sabia que estava apaixonado
Perdidamente apaixonado
Eu não sabia que o amor era
Como uma flecha atravessando o meu coração
E um dia você me deixou
Como uma criança perdida no parque
Mas agora voce me diz: "Eu sinto muito"
Nós nunca deveríamos ter ficado juntos"
Minhas noites agora são tão vazias
Sem você perto de mim
(Refrão)
Voce tomou meu coração, depois o deixou
E se foi, sem nada dizer
Voce tomou meu coração, depois o deixou
E se foi, sem nada dizer
Sem nada dizer
Tudo que eu faço é pensando em nosso amor
É dificil para mim viver sem seu amor
A primeira vez que eu te vi
Eu senti voce em meus braços
Eu sabia que um dia eu tive você
mas, onde foi que erramos?
Eu nunca soube como isso pode acontecer
de voce ir embora
Agora eu sinto um vazio enorme dentro de mim
Por favor volte para mim hoje
Mas agora você me diz: "Sinto Muito"
Minhas noites agora são tão vazias
Tudo que eu faço é pensando em nosso amor
É dificil para mim viver sem seu amor
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1:21 PM
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Segunda-feira, Março 17, 2008
CD Freestyle Vol 34 ZYX RECORDS

e ai amantes do freestyle como tinha prometido aqui vai um super lançamento de 2008, para quem ainda nao conhece se trata do novo cd da coleção freestyle vol 34 da zyx records gravadora alemã pioneira no estilo freestyle por lá, para quem nao conhece essa é uma ótima oportunidade de ouvir os novos hit's freestyle, o chamado eurofreestyle produzidos basicamente nao alemanha por produtores como tonassi koulids entre outros, agora é so baixar e aumentar o volume freestyle forever.
obs: quero agradecer ao amigo thunderdj, por colocar para download este cd e quem quizer dar uma conferida nesse e em outros é so acessar o blog do thunder dj valeu cara.
http://thunderdjrj.blogspot.com/
Ass: Claytonfreestyle
clique aqui para o link do download: http://rapidshare.com/files/92354280/Freestyle_Vol.34__2008_Lan_amento_ThunderDJ_.rar
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COMUNIDADES NO ORKUT
Olá pessoal depois de ter praticamente abandonado o blog sem informações novas volto a postar aqui algumas novidades como a comunidade do blog no orkut para aqueles que tem orkut e curtem freestyle podem participar sem nenhuma contra indicação, e aproveitando que estou falando de orkut quem quizer tambem pode participar da comunidade da radio freestyle music bahia que ta muito legal http://www.freestylemusic.mus.br/ a radio fica on line 24 horas por dia com o melhor do freestyle e varios dj's de todo o país animando a festa, tocando muita musica boa, inclusive lançamentos e aqueles classicos inesqueciveis do tempo da antiga radio manchete fm, e gostaria de falar tambem aqui para o pessoal que curte o bom e velho freestyle music que em breve estarei divulgando links para algumas musicas antigas e novas verdadeiros classicos do freestyle via rapidshare para serem baixadas e ouvidas sem parar, é isso ai pessoal freestyle forever e ate a proxima.
ass: Claytonfreestyle
obs: nao coloquei os links das minhas comunidades no orkut pq infelismente estou postando do trabalho e nao lembro eles de cabeça e como nem tudo é perfeito me bloquearam aqui o acesso ao orkut fala serio vamos fazer uma campanha libera orkut ai pessoal mas é so procurar por radio freestyle music bahia e blog do claytonfreestyle fuiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii.
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Quarta-feira, Novembro 07, 2007
BREAKBEAT, BBOYS, POPPERS & LOCKERS
O Break (quebra) da música já existe há muito tempo, mas não antes dos anos '70 onde veio a se popularizar. A quebra da música é uma certa parte de uma música do disco que você sempre espera para dançar mais selvagemente. Você deixa que seus sentimentos te conduza, mas esta quebra sempre deixa você muito engraçado porque geralmente é muito curta para que você desenvolva a sua criatividade até o fim. Sempre que ela está no auge, cantor volta e a quebra vai embora.
A quebra da música que foi chamada no começo de música Be Bop, música Rap, e mais que tudo de Hip-Hop, também música Beat (com batida).
Aquela batida que faz você dançar sem parar, com continuidade, tem um responsável por fundar este tipo de música e seu nome é Kool D.J. Herc.
Em meados dos anos '70 no Bronx, cidade de Nova Iorque, só existiam dois bons deejays conhecidos que eram Kool D.J. Herc e Kool Dee. Este último que só tocava músicas do estilo Disco e Kool D.J. Herc trouxe esta nova forma de música que ficou marcada somente no Bronx para nós, que regularmente tocava no ar em uma estação de rádio e ele chamava de música B. Beat.
Kool D.J. Herc foi o maior e mais seguido de todos os D.J.'s do Bronx. E vimos Herc tocando numa pequena escola de ginástica onde todos deliravam aos seus B. Beats. Era incrível pois ninguém entendia o que ele fazia realmente com os discos. Um dos discos que Herc descobriu para fazer seus B. Beats era a música Bronx Nation Anthem por mais de oito anos o disco foi chamado de Apache tocado pelos incríveis Bongo Band, que nos deu o Hit chamado Bongo Rock, este disco do Apache foi gravado em '73 e foi considerado o Top Hit de Beat de todos os tempos. Se você é um B.Beat (Hip-Hop) D.J. e não tem este disco você não é um D.J. de Break Beat. Kool Herc começou com uma coisa chamada Rappin' onde nasceu as gírias, Rock On, Rock and Don't My Melow, que logo foi aderido pelos moradores do Bronx.
De qualquer modo em meado dos anos '70 outro jovem D.J. que foi inspirado por Kool D.J. Herc, Kool D.J. Dee, Disco King Mario, começou a aparecer e crescer no cenário da música B.Beat chamado Afrika Bambaataa.
Ele tinha algo de grandioso da música B.Beat de Kool Herc, ele começou a trazer novos discos e fazia as pessoas dançarem como um trovão, e decidiu de chamá-los de Zulu Nation. Nos próximos anos Bambaataa seria o responsável pelas gírias; Shock The House, Shocking On, Don't Stop The Body Rock, Sure Shot Th Body Rock. Nesta mesma época apareceu outro D.J. com o nome de Grand Master Flash, que ajudou a reformular o jeito de rimar em cima dos Break Beats, não foram Sugarhill Gang, D.J. Hollywood ou Eddie Chebba e Kurts Blow que começaram rimar em cima dessas batidas, foram realmente Grand Master Flash, Mele Mel, Kid Creole e Keith Cowbow que começaram o fenômeno das rimas.
Se existe alguém responsável pela criação da música Break Beat foram Kool D.J. Herc, Afrika Bambaataa e Grand Master Flash, os que vieram depois só ajudaram a construir o que chamamos de Hip-Hop.
B-BOYING BREAKING
Como Wild Style, Flash Dance e Beat Street; manteve o Breakin' vivo, pois, depois de '78 muitos pararam de dançar no Bronx e ele continuou só e ensinou outros garotos e formou o grupo Rock Steady Crew que em '81 começou a aparecer na mídia e depois conquistou o mundo.
É bom lembrar que o B. Boy por ter sido criado no Bronx em N. Y., faz parte da cultura Hip-Hop como o D.J., o M.C. e o Graffiti. Danças como Lockin' e Poppin' foram criados na Califórnia por isso não são incluidas nos 4 elementos originais, mas todos sabemos que depois dos anos '80 muitos B. Boys passaram a fazer Lockin' & Poppin' e vice-versa. Talvez seja por isso que a mídia deu o rótulo de Break Dance na febre de '84 para unificar estes estilos.
Existem três fundamentos básicos da dança do B. Boy:
1: Top Rock (preparação) é como um passo de Funk estilizado.
2: Foot Work (trabalho dos pés) trançando as pernas em volta do corpo continuamente.
3:Freeze (congelamento) é a finalização da dança do solo do B. Boy.
Giros, saltos, acrobacias e todos os movimentos de ginástica foram adicionados depois de 1980.
Estes movimentos (power move) não são considerados dança, são apenas movimentos de dificuldade e velocidade que somados à dança tornam o B. Boy mais extraordinário.
Power Move não é um estilo de dança, power move é uma denominação para estes novos elementos. Por isso não se esqueça, B. Boy é aquele que DANÇA no Break (BATIDA) da Música!!!
LOCKING
O Lockin' surgiu no início dos anos '70, em Los Angeles, Califórnia, criado por Don Campbell que em '72 formou o grupo The Lockers, o primeiro grupo profissional de dança de rua da história. Claramente se vê no Lockin' a influência do Funk. Segundo Shabba-Doo (Ozone no filme Breakin), membro do The Lockers, existia um passo de Funk chamado Funky Chicken (algo como o Funk da galinha) que inspirou Don a fazer o primeiro passo do estilo.
Muitos passos foram adicionados como; movimentos de braços minuciosos, usando os cotovelos, mãos e dedos, e é claro muito Funk nos pés.
O The Lockers, se apresentaram muito no programa "Soul Train" de uma Tv americana, fizeram shows com James Brown, Parliament, Frank Sinatra, Funkadelic, e influenciaram muitos dançarinos pelo mundo.
O Lockin' é a dança de rua mais antiga e mais clássica. ë difícil ver por aí, hoje em dia Lockers dançando, já o Breaking e o Poppin' são mais comuns.
Apesar de Don Campbell ser o criador, outros dançarinos deram sua contribuição para o Lockin', como um cara chamado Scooby-Doo e outro chamado Skeeter Rabbit que criaram passos que levam seus nomes.
Em todos os estilos de dança saber o básico é importante mas no Lockin' isso é primordial pois só assim você entenderá a verdadeira forma desta dança.
POPPING - A HISTÓRIA
Surgiu no início dos anos '70 em uma pequena cidade americana chamada Fresno na Califórnia.
Seu criador foi Boogaloo Sam que logo mais formaria um grupo chamado Electric Boogaloo.
O Poppin' é a evolução de uma dança antiga, o Robot (que era apenas a cópia dos movimentos mecânicos de um robô).
Mas o estilo ficou muito mais complexo, pois, não é tão frio como o Robot, tem muito mais energia e se apropria de movimentos de ilusão, mímica, clown (palhaço), desenhos animados e dança indiana, também foi inspirado por passos usados pelo cantor James Brown que ele mesmo chamava de Boogaloo (fazendo ondas pelo corpo).
Boogaloo Sam, eletrificou o Robot e somou ao Boogaloo de James Brown. Do Poppin' também surgiu um passo muito conhecido e usado por Michael Jackson, originalmente Back-Slide (deslizar pra trás), pois Moonwalk como foi chamado por Michael, na verdade é quando se desliza pra frente.
Boogaloo Sam é irmão de Poppin' Pete que atuou no filme Breakin, no clipe Beat it de Michael Jackson entre tantos outros, ele também fazia parte do Electric Boogaloo.
Apesar de ser criado em Fresno, muitas cidades da região como Backersfield, Sacramento e Compton, desenvolveram seu estilo e passos próprios no Poppin'. Isso ajudou a desenvolver a dança mais ainda. E quando chegou até o mundo nos anos '80 já era algo extraordinário.
Grandes dançarinos da segunda geração como Boogaloo Shrimp (Turbo no filme Breakin) e Poopin' Taco (filme Breakin) ficaram conhecidos no mundo inteiro por causa de suas inovações no Poppin'. Muitos dançarinos da primeira geração como Poppin' Pete, Skeeter Rabit continuam na ativa até hoje e viajam o mundo passando para as próximas gerações a verdadeira essência do Poppin'.
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Segunda-feira, Setembro 24, 2007
AFRIKA BAMBAATAA - PLANET ROCK O INICIO

Ultimamente postando muito, e ai vai mais um post super interessante com o que se autointitula o amon ra do Hip Hop, para quem não sabe de quem estou falando, seu nome ecoa em milhares de samples pelo mundo afora, desde sua memorável criação chamada Planet Rock, ele é Afrika Bambaataa, um dos responsáveis por toda essa revolução musica criada durante o início da década de 80 e que traz novos frutos ate hoje.
Ass: Claytonfreestyle
Planet Rock’, o Divisor de Águas dos Ritmos Urbanos... Nova York, 1982...Surge no mercado musical a bateria eletrônica ‘Roland TR 808’, a qual muito em breve se tornaria a responsável por produzir a nova linha de batidas do rap... A procura de uma sonoridade diferente para animar as pistas black, ‘Kevin Donovan’, mais conhecido como ‘DJ Afrika Bambaataa’, ao lado de seu grupo de rap, ‘The Soul Sonic Force’, em 17 de julho, lança para o mundo o clássico em vinil compacto (pelo selo ‘Tommy Boy Records’) o clássico que alteraria o curso da história da música em todo o universo. Com o auxilio dos amigos e DJs-Produtores ‘John Robie’ e ‘Arthur Backer’ (responsável este por produções inusitadas em trabalhos de artistas como New Order e Donna Summer, a experimentação de Bambaaataa não foi nada comum: o grupo alemão de música eletrônica ‘Kraftwerk’ havia pesquisado um novo estilo de som através de computadores, e, embora tivessem feito sucesso com a música ‘Autobahn’, foram tratados como uma moda passageira para a mídia, mas não para Afrika Bambaataa, que, ao apreciar o estilo do quarteto, encontrou um modo de reinventar nos padrões do gueto, o som que faltava para a evolução das pistas de todo o Planeta. Deste modo, utilizando emprestado a bateria TR 808 de Backer, Bambaataa remixa o sucesso de ‘Trans-Europe Express’ (do Kraftwerk) para criar ‘Planet Rock’, uma música que significaria o início de uma nova leitura para o lado musical da cultura hip-hop, caracterizada em uma espécie de funk eletrônico com vocais de rap. Atingindo a marca das 600 mil cópias vendidas, só nos EUA, antes mesmo de se tornar um enorme apelo internacional, Planet Rock, além de se tornar o Hino da Cultura Hip-hop, significou também o nascimento do ‘Electrofunk’, estilo de rap que mais tarde influenciaria o surgimento dos ritmos ‘Techno’ de Detroit, ‘Miami Bass e Freestyle’ de Miami e Nova York, o ‘Jazz’ mais moderno, o ‘Dancehall’ da Jamaica e até mesmo o ‘Funk Carioca’ – filho do Electro e depois do Miami Bass... A respeito do Funk Carioca, cabe ressaltar que o mesmo surgira com o declínio do ‘Movimento Black Rio’, ao final da década de 70, onde as pistas de dança dos bailes black do estado eram animadas ao som do Soul e do Funk a lá James Brown, Banda Black Rio, Gérson King Combo, Tony Tornado, entre outros. Nesse período, quem era a favor de um timbre mais suave, optou pelo ‘Rhythm and Blues’ (R&B), carinhosamente popularizado por DJs como ‘Corello’ e ‘Fernandinho’ de ‘Charme’, nome que deu origem a um Movimento do Subúrbio capaz de ditar toda uma filosofia de vida baseada na elegância de roupas sociais, penteados preparados em salões de beleza e uma coreografia sincronizada de grupos que se formavam em toda a pista ao compasso de bpm mais comportado; e quem preferiu um som mais pesado, que trazia em sua bagagem um visual mais despojado e uma dança invertebrada que contagiou toda uma geração de adolescentes em busca de afirmação social, conhecida como ‘Breaking, acabou permanecendo nos salões aonde outrora se ouvia James Brown, aderindo assim ao Electro Funk, que tempos depois daria lugar ao Miami Bass...
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ORIGEM DOS MOVIMENTOS E ESTILOS BBOYING
Olá pessoal, devido a falta de conhecimento da grande maioria sobre os fundamentos e bases do Breaking ou Bboying, resolvi postar aqui no meu blog, depois de uma longa pesquisa, muita informação sobre o assunto como nomes de movimentos, estilos, fundamentos e bases, E muito mais para quem é ou quer ser bboy ou apenas se informar e entender melhor o que é a cultura de rua, postando aqui espero estar dando uma contribuição para um melhor entendimento dos movimentos como o correto nome dos mesmos, peço que tenham paciência pois o texto é longo, mas que vai esclarecer muitos pontos sobre o assunto e boa leitura.
Ass: Claytonfreestyle
Obs: Agradecimento especial ao bboy reyone de bh do grupo CO4 que ajudou muito nas pesquisas valeu.
MOVIMENTOS DE B-BOYS
1 – Head Spin (Giro de Cabeça) - Uma volta... “SWANE” do grupo ZULU KINGS foi o primeiro a usar o giro de cabeça no estilo B-Boying.
2 – Chair Freezes – este freeze foi inventado por “ROB” também do ZULU KINGS.
3 – CC Long Footwork (6 step ) – esse footwork realizado em seis passos foi inventado por “SPY” do grupo Crazy Comanders.
4 – 4 step – O footwork “Four Step” (quatro passos) também foi inventado por “SPY” do Crazy Comanders.
5 – Swipe (corte) – Inventado por “SPY” do Crazy Comanders.
6 – Baby Bridges (ponte) – Primeiramente usado no B-Boying por Spy do Crazy Comanders.
7 – Chair Freezes – feitos de um lado para o outro – feito primeiramente por “BOS” e “SPY”.
8 – Track (Floor) – conhecida como “Hélice” no Brasil, foi criado por “TRACK 2”.
9– Primeira versão do Back Spin (Giro de Costas) - criado por “JOJO”.
10 – Segunda inovação do Back Spin (Giro de Costas) – “Mongo”.
11 – Terceira inovação do Back Spin (Giro de Costas) – “CRAZY LEGS” da Rock Steady Crew.
12 – Melhor B-Boy pra montagem de combinações e combos – “MONGO”.
13 – Primeira versão do Giro de Mão (chamado 1990’s ou nineties nos EUA) – “TRACK 2” foi o primeiro a usar uma pirueta em quanto fazia a parada de mão enquanto dançava B-Boying.
14- Segunda Versão do Giro de Mão (1990’s ou nineties nos EUA) – “Carzy Legs da Rock Steady Crew” fez esse giro com uma rotatividade muito grande, ou seja girando muito (Spinning).
15 – Hand Glide (escorregão de mão) – primeiramente feito por “Weeble Rock”.
16- Windmills ou Contínuos (conhecido como MOINHO DE VENTO no Brasil) – Foi criado por “CRAZY LEGS” enquanto fazia um Backspin (giro de costas) e começou a desenvolvê-lo a partir daí.
17 – Tap Head Spin (Giro de Cabeça Contínuo) – criado por “KID FREEZE”.
18 – Air Tracks – conhecido no Brasil como LOKO, Criado por “KID FREEZE”, é a Hélice (track), mas sem tocar os pés no chão.
19 – Halos – no Brasil é conhecido como “Pião Japonês”, também criado por KID FREEZE, parece uma mistura entre o LOKO e o Giro de Cabeça.
20- Ninja Freeze – criado por “ICEY ICE” do Dinamic Force, Magic Force e NYC Breakers, é um freeze feito ao sair do moinho, fazendo-se um movimento aéreo e aterrissando na pose de Ninja.
21 – Head Glides - criado por “ICEY ICE” e ou “WAVY LEGS do Dynamic Rockers”, o Head Glide é um escorregão de cabeça, feito com as pernas pra cima parecendo um compasso, difere do giro de cabeça pelo fato de as pernas ficarem abertas no head glide e fechadas no head spin.
22- Axle (também conhecido como Star Track ou Air Flare) – acredita-se que o primeiro a usar este movimento na Dança B-Boying foi “FREDDIE FRESH” no começo da década de 80.
23 – Plank Freeze – é um freeze inventado por “KEN SWIFT” da Rock Steady Crew.
24 – Spyderman Footwork – é o chamado footwork “Homem Aranha” criado por Mr. Wiggles da Rock Steady crew e atualmente membro do Electric Boogaloos.
25 – Air Baby – Freeze inventado por Ken Swift da RSC.
26 – Swirl (redemoinho) – inventado por Sir Swift, É um giro com os dois cotovelos.
27 – Transição do Moinho de vento (Continuous ou windmill) para o Giro de mão (1900’s) – o primeiro a mudar do moinho para o giro de mão foi “B-BOY GERMAN” do Bronx em Nova York.
28 – Wrist 90’s – é a parada de mão com uma mão só com a parte de trás da mão (o pulso). Mas sem girar, Ken Swift criou esse conceito.
29 – Wrist 90’s girando – “BOY GERMAN” foi o primeiro a fazer o giro de mão com o pulso (parte de trás da mão).
30 – Primeiro B-Boy a incorporar Flares no B-Boying – B-BOY GERMAN.
31 – Elbo Slide - é um escorregão (slide) com o cotovelo, criado por Ken Swift.
32 – Double Leg Sweeps – conhecido como “Esquadro” no Brasil, usado primeiramente por POW WOW do Soul Sonic Force.
33 – Elbo Spin – giro de cotovelo, criado por Kid Freeze.
34 – Bouncin CE CE’s – criado por Ken Swift e Mr Wiggles.
ESTILOS DE MOVIMENTOS DO BREAKING.
ESTILOS VERTICAIS: (Top Rock)
Indian Step ou Top Rock Basico: É aquele passo comum que todo B-Boy faz de Top Rock com um passo para cada lado marcando a batida mais forte.
Up Rock ou Brooklyn Rock: É um estilo desenvolvido pelos “Rockers” do Brooklyn e cena mais comum vista é quando dois Rockers, se enfrentam usando gestos que parecem agressões um contra o outro com o objetivo de tirar seu oponente do ritmo (batida) que esta sendo seguido. Criado entre 1967 / 1969 por com o objetivo de tirar seu oponente do ritmo (batida) que esta sendo seguido.
Charlie Rock: Estilo inspirado em Charleston, mas adaptado a parecer Funkeado pelos B-Boys e Rockers.
Latin Rock: Um estilo feito por latinos com um toque de Salsa.
Python Style (estilo Jibóia): Estilo criado por Ken Swift que imitava os movimentos de um filme de Kung Fu.
Truck (caminhão): É um estilo criado nos anos 70 e ensinado a Rock Steady Crew por um famoso MS do Cold Crush 4 chamado “Almighty K Gee”. Esse Top Rock envolve movimentos que parecem como se estivéssemos dirigindo um caminhão enquanto fazemos o Top Rock com movimentos de um lado para o outro e dando a impressão de um pulo prolongado.
Boyoing (Top Rock): É um estilo “impostor” de Top Rock.
Peace (PAZ) e Power Freeze: Sim! Top Rockers também possuem freezes. Esse freeze é feito com uma mão no chão e as pernas extendidas e separadas ou com os joelhos levemente flexionados e a outra mão fazendo ou um sinal de paz, ou um sinal de força com os punhos cerrados. Você deve “embaralhar” os pés causando uma ilusão de arraste dos pés.
JERKS (Brooklyn style): Rotações das mãos enquanto se dança com os pés e jogadas (sacudidas) de corpo. Feito durante as transições de uma música pra outra.
SLEEPERS (Brooklyn Style): Feito de maneira similar ao Baby Freeze, cruzando, chutando e trançando as pernas durante os movimentos.
FOOTWORK.
CC Long: Atualmente conhecido como 6 step (six step), que é um nome que a Rock Steady Crew atribuiu a esse estilo de Footwork que leva 6 passos pra completar uma volta.
4 STEP (four step): Footwork que leva 4 passos pra completar um volta.
Boyoing Um estilo “impostor” de Footwork feito pelos B-Boys do meio da década de 70. É mais feito por Frosty Freeze da Rock Steady Crew.
ELBO Rock: Footwork usando os cotovelos ao invés das mãos.
The Russian (o russo): Estilo de footwork baseado na dança russa que se dança agachado chutando o ar, mas aqui ele é feito com um movimento de um lado para o outro e com as mãos tocando o solo entre cada oscilação. È mais feito por Ken Swift, Wicket, Flo Master, Crazy Legs.
Knee Rock: Estilo de footwork do final dos anos 70 que usa os joelhos ao invés dos pés como forma de enfeite (especialmente o 6 step e o 4 step).
3 Step Baby Swipe: Estilo de footwork feito em 3 passos, porém com cada um deles marcados de maneira forte, como um corte, uma pancada. Criado entre o fim da década de 70 e o começo da década de 80. Feito mais por Ken Swift (seria o footwork rock steady).
Double Leg Kicks: Footwork feito imitando o movimento de Sammy Davi JR que no meio de seu estilo de footwork chutava o ar, pra cima com as duas pernas simultaneamente enquanto trocava de uma mão para a outra (chutar as duas pernas e ficar com uma mão no chão).
Spyder Style: (Não deve ser confundido com o movimento no qual se traz as duas pernas por cima dos ombros). O estilo Spyder (aranha) era feito no fim dos anos 70. É um estilo no qual você fica em 4 apoios com o corpo de frente para o solo e faz-se um movimento que dá um “efeito de aranha”(usualmente feito como um estilo de transição entre dois estilos diferentes de footwork). Mais feito por Mr Wiggles, B-Boy Steve(LV), Floor Rock.
Cork Spin: O cork Spin (giro rolha) é um movimento feito em parafuso para cima durante o footwork.
Sweep Swipes: Footwork feito fazendo golpes como se estivéssemos varrendo, criado por Icey Ice.
Criss Cross Shuffle (pisoteio cruzado Criss): Feito como um famoso movimento vertical Disco, onde você está fazendo um CC Long e depois continuando a rotação do footwork você “criss cross” seus pés… feito por Baby Love (no filme Beat Street).
Front Sweep Back Sweep: Inovado por POW WOW do Soul sonic Force, combinando um “front sweep” (pisoteio de frente) de um só pé com o outro pé “marcando” o solo durante o footwork.
Back Rock: Estilo de Footwork feito com as costas.
Power Footwork: Estilo criado por Icey Ice no começo dos anos 80 que pega o Footwork básico (CC Style) e lhe dá uma impressão de poder para preparação de um Power Move.
Traveling Footwork: Um estilo que viaja, se desloca, sobre o solo sobre os braços e as pernas (4 apoios) com o corpo virado pra cima dando o efeito de um caranguejo, siri, ou seja, indo para o lado rastejando primeiro com as pernas e depois com as mãos.
Spyderman Footwork (footwork homem aranha): Estilo criado por Mr Wiggles e inspirado numa cominação de Crazy Legs. Ele involve o movimento de uma aranha (não o estilo) colocar suas mãos abaixo de suas pernas e por dentro enquanto se faz o footwork dando o efeito de um Looping Style.
FREEZES:
Baby Freeze (original): Caindo no solo de lado chutando o dedão ou dando birra.
Baby Freeze: Pressão balançando sobre as mãos com uma perna no joelho da outra (às vezes feito com ambas às pernas abrindo e fechando como tesouras).
Chair Freeze: O Chair freeze é similar ao Baby freeze, mas no Chair freeze a perna de trás (baixo) toca o solo e a outra perna fica cruzada as parte superior da perna de trás.
Hollow Back: (conhecido como escorpião no Brasil, ponte sem tocar o solo) Introduzido no B-Boying por Kid freeze, e aperfeiçoado por Kid Float no começo dos anos 80. É uma parada de mão com seus pés caindo pra trás até quase tocar o solo.
Air Baby: É a posição do Baby freeze, mas balançando sobre as mãos como numa parada de mão, mas com um dos cotovelos no joelho (e algumas vezes em uma só mão) era chamado de “dady bear”.
Ninja Freeze: È um freeze que vem de um movimento de rápida torção, que aterrissa em uma posição de Ninja. Quem freqüentemente faz esse freeze é Icey Ice, Next One.
Plank Freeze: É um Baby freeze, só que com as pernas extendidas (criado por Ken Swift).
Hi Plank: É um freeze de parada de mão feita somente com uma mão, e com a outra mão na testa ou qualquer outro lugar (inspirado no Plank freeze… criado por Flo Máster e Quick Step).
One Hank Crutch / Flo Freeze: Inspirado no famoso freeze de capoeira (queda de rins), difere pelos movimentos de tesoura e pelo fato do joelho tocar o cotovelo devendo ficar estático por 2 segundos.
ESTILOS:
Foundation (bases) Inicio dos anos 70: Esse original estilo de B-Boying não é muito parecido com o que fazemos atualmente. Esse estilo ainda permanece nas nossas gerações, mesmo tendo sido criado pela geração de B-Boys do inicio dos anos 70. No início dos anos 70 a base: Top Rock, Footwork e Freezes não eram o que se considerava B-Boying. Quem mais fazia era The Nigga Twins, DST.
Foundation (bases) Meio da década de 70:O que conhecemos como B-Boying hoje foi criado por essa geração, Rock Steady crew foi uma dos últimos grupos a manter esse estilo na sua mais pura forma.
TEXT (texto): Estilo de B-Boying que envolve juntar muitos pequenos movimentos e footwork pra criar uma grande combinação (criada por Ken Swift, mas inspirado nos B-Boys que ele cresceu assistindo como SPY e GREGO).
Abstract (abstrato): Versão não ortodoxa do estilo TEXT com a adoção dos Power Move (criada por Remind). Mais visto em B-Boys como Remind, Crumbs, Vietnam etc…
Power / Gimnastic: Esse estilo foi originalmente feito como dança, utilizando tipos de movimentos de ginástica fundidos com Breakin. Porém feitos como dança e não como esporte cheio de tricks (brincadeiras, zuação, etc). Qualquer coisa que precise de força é incluída no estilo “power” (criado por B-Boys como Track 2, Icey Ice, german, Float, Kid Freeze). Observamos esse estilo em B-Boys como Wicket, Ivan, Iron Monkey.
Threads: Estilo que imita a passagem da linha no buraco de uma agulha, porém feito com as partes do corpo (inovado por Mr Wiggles no começo da década de 80). Tem-se nomes como Gizmo, Vengeance, Crumbs.
ALGUNS SPIN MOVIES
Spin Movie é todo movimento de “giro”, todo movimento giratório que um B-Boy faz. Confundido com o Power Movie, esse movimento giratório deve ser executado de maneira correta, ou seja, dançada de acordo com os fundamentos da dança. Os Power Movies são movimentos de grande impacto e não de giro continuo como os spins.
NOMES DE ALGUNS SPIN MOVIES:
Handglide: Deslizamento lateral, è um Baby Freeze mas girando sobre a mão.
Crickets: É o mesmo que o Handglide mas você deve saltar quando faz o Cricket, é conhecida como “picada ou tartagura”.
Jackhammers: É o masmo que o Cricket mas com uma só mão. É conhecida como “picada com uma mão”.
Sideglide: (deslizamento lateral) é o mesmo que o Handglide mas agora, ao invés do seu cotovelo estar no seu abdômen, ele esta na lateral do seu corpo e seu corpo todo gira na lateral e não com o peito voltado para o chão como antes.
Elbowglide: (deslizamento com o cotovelo) o mesmo que o Handglide mas agora sua mão esta no abdômen e seu cotovelo esta no chão. Você gira sobre o cotovelo agora e não sobre a mão.
Fistglide: (deslizamento com o punho) agora você gira mas com o punho e não com a palma da mão.
Headglide: (deslizamento com a cabeça) o mesmo que o Handglide mas agora você não esta mais com seu corpo na horizontal, seu corpo agora esta inclinado e sua cabeça esta raspando mesmo no chão, é um movimento com mais dificuldade pois é preciso encontrar seu ponto de equilíbrio deixando sua base ( mão) mais próxima na cabeça.
Donut: O mesmo que o Headglide mas agora sim seu corpo esta mesmo na vertical e não inclinado como antes.
Back Spin: Giro de costas.
Wind Mills: Moinho de vento.
Genies – moinho de vento com os braços atravessados no tórax.
Nutcrackers – moinho com as mãos no “saco” (americano).
Airplanes – moinho com seu braço direito esticado para fora e para o lado tão alto quanto você puder.
Barrels – moinho com os braços arredondados na sua frente (como se estivesse carregando um barril).
Sumos – moinho agarrando os joelhos.
Supermans – moinho com o tórax, onde os braços ficam para a frente ou para o lado (moinho de peito).
Eggbeaters – moinho com as mãos no quadril.
Confusions – moinho com a mão na orelha e o cotovelo ao lado no chão. (Vietnã faz com um cotovelo).
Body Glides – mesmo que Superman.
Baby Wind Mills – moinho com as pernas encolhidas e cruzadas nos tornozelos sem o uso das mãos.
Coffins – mesma coisa que o Baby Wind Mills mas sem cruzar as pernas nos tornozelos. São apenas as pernas encolhidas.
Tombstones – moinho com as pernas fechadas e em formato de “L” sem o uso das mãos (bastante feito por “Bampy” – Suicidal Life Style), esse movimento foi criado por Babak, o flying monkey.
Camnomballs – moinho com formato de uma bala de canhão com os braços abraçando os joelhos, como se fosse pular numa piscina.
Eggbeater Babies – moinho baby com a mão no quadril, inventado por Inferno.
Double Wind Mills – enquanto faz o moinho sem as mãos, levante suas costas e faça uma volta inteira com a cabeça (mistura de moinho com halos).
Body Flairs – superman saltando / Body Glide.
Swips: Conhecido como “rotor” no Brasil. Seu corpo roda no ar através de um chute e uma porção do corpo sobre o apoio de uma mão.
Head Spin: Giro de cabeça.
Flare: movimento giratório com as pernas abertas igual da ginástica olímpica “cavalo de pau”.
Knee Spin: Giro de joelho. Você apóia seu peso em um joelho ao chão e gira com sua outra perna esticada para a lateral.
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Sexta-feira, Agosto 24, 2007
KEN SWIFT DA ROCK STEAD CREW NO BRASIL
Kenneth "Ken Swift" Gabbert é uma das maiores influências que o mundo da break dance jamais conheceu. Considerado o "epítome de um b.boy ", b.boys e b.girls de todo o mundo vêm seguindo seu exemplo e estilo, imortalizados em suas imagens captadas por diversos filmes ao longo dos anos. Ken considera essa admiração espontânea por seu trabalho a principal forma de reconhecimento que jamais recebeu. Ken Swift é um verdadeiro pioneiro, tendo sido responsável pelo desenvolvimento de uma série de movimentos e de um estilo pessoal que marcaram a história do breaking . É hoje reconhecido globalmente por suas contínuas contribuições ao longo de 27 anos para a promoção, preservação e formação de novos profissionais de uma forma de arte da qual tem sido um dos principais propulsores em nível mundial. Membro respeitado de uma comunidade que ajudou a formar, Ken é freqüentemente convidado a julgar concursos de breaking nos Estados Unidos e no exterior.
Além de sua carreira individual de sucesso, Ken Swift foi um dos fundadores da famosa Rock Steady Crew , o primeiro grupo de b.boys a receber um reconhecimento profissional por parte do público e da mídia. Começou a dançar breaking aos doze anos, inspirado no exemplo de diversos dançarinos que encontrou na Upper West Side de Manhattan que, na época, desenvolviam um novo estilo da rock dance . Em 1981, após uma série de apresentações em festas de rua e em parques, realizou seu primeiro espetáculo num teatro. Denominado "Graffiti Rock" e produzido por Henry Chalfaunt, esse primeiro show integralmente dedicado ao hip hop desempenhou um papel fundamental no sentido de estimular diversas pessoas a investigar seriamente essa nova cultura, os b.boys e a arte do breaking.
A partir de então, Ken e vários outros membros do Rock Steady Crew passaram a se apresentar regularmente em clubes locais, espaços como Negril , Danceteria , The Kitchen e The Roxy . Em 1982, participou da primeira turnê internacional de hip hop , a "New York City Rap" , patrocinada pela Europe 1 . Com o Rock Steady Crew , participou também do famoso documentário "Style Wars" e de "Wild Style", o primeiro longa-metragem rodado sobre a cultura hip hop . Sua impressionante apresentação de breaking no filme "Flashdance" (1983) obteve destaque em nível nacional, através de um segmento e uma entrevista exibidos no programa de televisão The David Letterman Show . Em 1984, Ken também participou de "Beat Street" , longa-metragem produzido pela Orion Pictures . Pelo disco "Hey You, The Rock Steady Crew" , lançado pela gravadora Virgin/Charisma , recebeu o prêmio Gold Record . Já o álbum "Ready for Battle" , que incluia dois vídeos de dança, atingiu um público mais amplo em diversas partes do mundo, originando turnês pela Europa e Ásia. Em 1990, Ken colaborou com dançarinos do grupo Rhythm Technicians , atuando como co-autor e coreógrafo da peça "So What Happens Now?" , que marcou o lançamento da Ghettoriginal Productions Dance Company . Como co-fundador desse grupo, participou do espetáculo "Hip Hop Don't Stop" , dirigido por Ernest Dickerson e apresentado no Lincoln Center , e também das produções "From the Street to the Stage" do The Boston Ballet , "Capoeira Angola" , exibida no Apollo Theater , e "Hip Hop Meets Tap" , realizada em parceria com Savion Glover. Por esse último trabalho, Ken e a Ghettoriginal receberam o Bessie Award de melhor coreografia.
Em 1986, Ken foi co-autor, co-diretor, co-coreógrafo e atuou no primeiro musical de hip hop , a peça off-Broadway "Jam on the Groove" . Com mais de uma centena de apresentações públicas, "Jam on the Groove" recebeu uma nomeação para o Drama Desk Award pela melhor coreografia da temporada de 1995-96. O musical conquistou o público nova-iorquino e foi apresentado numa turnê mundial patrocinada pela IMG Entertainement e a Calvin Klein Jeans . Outro grande sucesso da época, o espetáculo "Hip Hop Wonderland" (1997) foi concebido e apresentado por Bill Irwin em parceria com a Ghettoriginal Productions .
A partir desse período, os passos criados por Ken Swift e seu estilo de freeze , até então percebidos como conceitos elaborados por uma nova escola, tornaram-se componentes fundamentais do breaking. Ao atualizar os movimentos originais dessa dança, Ken demonstrou a eficácia do estilo b.boy no palco e também em batalhas.
Ken Swift tem julgado competições de breaking por todo o mundo, em países como a França, Suíça, Suécia, Finlândia, Itália, Noruega, Alemanha, Canadá, Coreia do Sul, Japão, Austrália, Nova Zelândia e nos Estados Unidos. Em agosto de 1996, foi o primeiro b.boy a aparecer numa matéria de capa da revista Rap Pages e, em 1999, fez parte do grupo 1 st Platoon , que conquistou a primeira colocação para os Estados Unidos na competição pela Copa Mundial de Breaking, realizada na Coreia do Sul. No mesmo ano, produziu, coreografou e apresentou a instalação "Super Disco Breaks" feita especialmente para o Rock & Roll Hall of Fame and Museum . Em 2001, recebeu dois importantes prêmios pelo conjunto de sua obra, o primeiro conquistado durante o evento The Mighty 4 , realizado na Carolina do Norte, e o segundo, o Louis Reyes Rivera Lifetime Achievement Award , concedido pelo Amherst College , em Nova York. Em paralelo á sua carreira profissional, Ken tem demonstrado uma preocupação com a educação de jovens e a formação de novos artistas. Em 2001, organizou um curso sobre a história da cultura hip hop para crianças de 7 a 11 anos de idade, com o patrocínio da New York Historical Society. O sucesso desse programa o estimulou a ampliá-lo para uma série de cursos para as crianças, sobre temas variados como a história do breaking, a moda graffitti, MC/Rap ou técnicas para DJs, realizados no Harlem hispânico. No ano de 2004, essas iniciativas culminaram na fundação da The Ken Swift School of Hip Hop Fundamentals, estabelecida no bairro do Brooklyn, em Nova York. Ken estará no Rio a partir do dia 16 de dezembro. No dia 18 participa do Seminário "Movimento de Resistência" no CCBB e dia 19 acontece uma Intervenção de Breaking com o Breaking Life. Dia 21 eles vão para a blitz na Cidade de Deus, aonde vão conversar com os alunos das oficinas de Hip Hop da CUFA. No dia 23, dia da premiação, entregarão o prêmio de Melhor Destaque Break. Os filmes "Beat Street" e "Wild Style", que contam com a participação de Ken, serão exibidos no Odeon BR.
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Segunda-feira, Agosto 06, 2007
NA ONDA DO KRUMP COM MISS PRISSY
Para contar a história do krump, que teve início em 1992.
Quando David Lachapelle filmou Rice, catapultou os praticantes deste novo estilo de dança para as luzes da ribalta. Uma delas foi Miss Prissy, uma professora de "hip-hop" e de dança contemporânea que se identificou com o estilo e o enriqueceu com a sua própria experiência. Miss Prissy é hoje uma estrela de South Central, que Madonna contratou para o clip de "Hung Up" e para a acompanhar na sua turne. Em 2006, Prissy deixa Madonna para gravar o seu primeiro álbum, "In my Own Lane". A sua segunda participação num filme foi em "o poder do ritmo", estreado nos Estados Unidos em Janeiro de 2007. E a terceira será em "Alvin and the Chipmunks", estando este fime ainda em produção.
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Sexta-feira, Agosto 03, 2007
TUDO SOBRE BILLIE RAY MARTIN
Vamos por partes: a sombria Billie difere, e muito, de outras cantoras Dance, principalmente por valer-se de uma atmosfera mais Dark, tanto em sua atitude quanto em suas músicas e clips. Certamente não é o caso de cantoras Dance, de um modo geral. Também ao contrário do que muitos pensam, ela já está no mundo artístico desde os anos 80, cantando em bandas influenciadas por New Order e Kraftwerk. Por último, se você está pensando que "Your Lovin' Arms" foi seu único hit de sucesso, talvez você não se lembre de "Imitation of Life" o segundo single de sucesso e, na minha opinião, o mais bonito! Tudo isso faz de Billie uma das mais importantes Techno-divas dos anos 90.
Billie Ray Martin nasceu na fria Berlin, Alemanha. Muito cedo, ela foi estudar na Inglaterra, onde fazia coisas pouco ligadas a música. Seu amor pelo Jazz e a sonoridade típica dos cabarés e bares fez com que ela voltasse à Alemanha para formar sua primeira banda "Billie and the Deep", inspirada nas antigas bandas da gravadora Motown. Com isso, ela ganhou sua primeira experiência com o público. Mas, não era um projeto ambicioso e logo começou a ficar pequeno para a inquieta Billie.
De volta à Inglaterra, ela daria um rumo diferente à carreira, ao formar a banda de Dance Pop "Electribe 101" que tinha como característica um som mais "Techno/House", fazendo amplo uso de sintetizadores. O Electribe 101 alcançou um relativo sucesso, sempre figurando nos Top 40 britânicos e martelando em danceterias. Um de seus maiores sucessos, "Talking with Myself", atingiu um grande sucesso na Europa e nos clubs britânicos e alemães. Isso tudo na década de 80.
Veio, então, o furacão anos 90. Poucos conseguiram sobreviver à virada, e o Electribe 101 foi uma das vítimas. Com o fim de sua banda, Billie começou a se virar. Aprofundou-se nos sons eletrônicos (que ela havia adotado com sua última banda) e nas técnicas de estúdio. Finalmente, em 95, ela resurge sozinha, com um single que estouraria não só na Europa como em todo o mundo (inclusive Brasil): a bela "Your Lovin' Arms". Rapidamente, o single começou a se tornar uma febre, num cenário um pouco diferente. Naquela época, a Dance Music vivia um período de alegria e descontração com artistas como Fun Factory, Alexia, Double You e Andrew Sixty. "Your Lovin' Arms" era diferente. Além de ter uma letra mais trabalhada (pela própria Billie), apresentava uma melodia mais rica, densa e.... melancólica. Isso só vem a provar os méritos da cantora.
Em 96 veio o primeiro álbum "Deadlines for my Memories", e o segundo single (este era o máximo!): "Imitation of Life". Pena que nossas rádios não souberam dar a devida atenção à esta música. Aliás, isso é normal!
Hoje, Billie vai muito bem obrigado! Ela andou sumida dos estúdios, mais ocupada com participações em programas de TV e causas em favor dos animais (que ela adora!). Em 99, ela aprece com o novo single "Honey" e um EP "Crimes & Punishment". Provavelmente, até o final de 2000, venha um novo álbum.
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ANGELINA - THE ALBUM
Se você não sabe, o que é conhecido aqui no Brasil como "Funk Melody", na verdade, se chama Freestyle. Neste estilo, artistas como Stevie B, Lil Suzy e Tony Garcia fizeram carreira e criaram verdadeiras pérolas da Dance Music. Curiosamente, o Freestyle nunca caiu de moda totalmente, sempre oscilando sua popularidade mais ou menos. Em uma de suas últimas visitas ao mainstream, o Freestyle nos trouxe Angelina.
Nascida Angelina Camarillo numa família de 7 pessoas, ela segue fielmente o perfil da latino-americana que vive nos subúrbios americanos, mais precisamente em Union City (Califórnia). Vinda de uma família pobre, Angelina nunca pensou em ganhar a vida cantando, sem nunca ter rejeitado esta possibilidade, entretanto. Foi quando, certo dia, ela foi convidada a cantar o hino americano na "James Logan High School", escola em que estudava. Sua performance chamou a atenção de todos no local, devido a sua bela voz. Mas isso ainda não a convenceu!
Durante o tempo em que estudou, ela se preocupava mais com seus compromissos com organizações comunitárias em prol dos jovens latino-americanos, procurando sempre lhes trazer boas influências e estímulo em suas duras vidas americanas. Nas horas de folga, ela fazia apresentações em bares e restaurante visando arrecadar algum dinheiro para ajudar nas despesas de sua família.
Já cursando faculdade (Psicologia), Angelina teve sua primeira experiência profissional: venceu um concurso musical que contava com nada menos que 400 outras candidatas! Isso bastou para que ela fosse contratada pela "Upstairs Records" e lançasse seu primeiro single: "Release Me" , já na segunda metade de 1996.
"Release Me" foi um sucesso total nos EUA e no Canadá. Este sucesso fez com que a gravadora tornasse a convidá-la para um novo trabalho: um álbum. Lançado apenas como "Angelina - The Album", o disco apresentou Angelina ao resto do mundo e confirmou seu talento. Com praticamente todas faixas lançadas como singles, o álbum fez muito sucesso na Europa, Àmerica do Sul e Austrália.
Além de "Release Me", os principais singles foram: "I Don't Need your Love", "Reach out and Touch Me", "Mambo", "Without your Love", "Tide is High" (esta uma cover do grupo New Wave "Blondie") e "Hora de Bailar". O álbum foi um dos mais vendidos da América, no ano de 97 e suas músicas foram amplamente distribuidas em compilações.
Em 99, Angelina lançou seu segundo álbum "Ven a Mi (Come to Me)", tendo a faixa título como primeiro single. É uma cantora jovem, de muito talento e com um futuro promissor, assim como Lil Suzy e outras jovens artistas que compõe a cena Freestyle mundial.
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Sexta-feira, Junho 22, 2007
MAIS LETRAS TRADUZIDAS DE FREESTYLE
Olá pessoal estou voltando mais uma vez a postar mais algumas letras traduzidas do meu estilo favorito freestyle espero que gostem ate a proxima.
Laissez Faire In Paradise / No Paraíso
Eu estou sentindo que tem algo de errado
Aquele olhar está me dizendo que você não está feliz
Nós nunca escutamos nossa canção favorita
Você se lembra do jeito que você me segurou?
Não, eu não deixarei você jogar essa amor fora
Havia um tempo em que você me abraçava apertado
Sonhos de agora e sonhos de ontem
Ambos tem a aflição que você sente por dentro
Você é o sol, eu sou o céu, juntos vivemos no paraíso
Nossas esperanças e nossos sonhos viverão no paraíso
Tantas vezes eu olho nos seus olhos
Eu vejo uma imagem de um cara chorando
Você tenta me falar mas eu percebo
Que tinha que fazer isso, eu continuarei tentando
Abra seu coração e vamos fugir
Só pegue minha mão e tudo ficará bem
Deixe tudo pra trás, saia e vibre
Nós acharemos uma resposta profunda na noiteRecordações de mim e você
Os mais apaixonados
Me fale: eu sempre estarei no paraíso
Tony Garcia feat. N.V.Just Like The Wind / Como o Vento
Ela entra para o mundo de amanhã
Me deixando angustiado e aflito
Nunca tive um amor que amasse tanto
E isso sai pela porta como o vento
Assim que olho nos seus olhos
Eu posso ver que você queria que te eu amasse
Você quis ser minhaDisse que estava errada
Você me ama, eu te amo
Mas você tinha um coração precipitado
E assim se fez
Os sonhos que nós fixemos, eles eram só em mim?
Como você pode deixar isso chegar a esse ponto
Você estava chamando meu nome
Então nós fizemos amor pela noite
Disse que me amava mas foi embora
Agora você foi embora
Refrão:Então eu entro no mundo de amanhã
Escondido atrás da aflição
Sonho de um amor que poderia ter acontecido
Mas você foi embora pra sempre
Meu amor, minha garota
Como o vento (no no no no)
Como o vento
Quanto tempo deprimido por dentro
Eu perguntei porque
Se você me amasse como diria isso
Por que você não está no meu lado
Bem, eu sei que não há esperança
Se você não dá uma prova para nosso amor
Roube meu coração e me faça chorar
Então me deixe de lado
Nunca aja como me amou
Quando eu posso ver o amor pelos seus olhos
E você finalmente percebe
Que eu estou tão só
E você vai embora
Eu levarei a culpa, garota
Com nada mais a dizerEla tirou o seu amor pra longe de mim
E eu a amava tanto
Ela me feriu muito
Mas saiu da minha vidaComo o vento
Sentindo como um amor que nunca tive
Se foi
TrinereThey're Playing Our Song / Estão Tocando Nossa Música
Estão tocando nossa canção
Não tá escutando?
Desde o momento que você entrou
Meus olhos ficaram em você
Está me deixando fraca
Simplesmente com o jeito que você se move
Eu quero ficar com você
Fora daqui da pista
Até parece como se eu já tivesse dançado contigo antes
Este é um simples caso de dejavu
Não estou enganada
Eu terei que dançar com você
Não me corrija se eu tiver errada
Mas se você sabe que estou certa, então venha dançar essa música
Estão tocando nossa canção
Como pode esta errado
Para você dançar comigoEstão tocando nossa canção
Não tá escutando?Tão longe de mim você dançou com todas as garotas
menos comigo
O modo que você se move faz meu coração pular na
batida
Porque voce não me segura na nova música
Me erga em seus braços, garoto
E nunca me decepcione
Estão tocando nossa canção
Como pode esta errado
Para você dançar comigo
Estão tocando nossa cançãoNão tá escutando?
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Quinta-feira, Maio 03, 2007
LETRAS DE FREESTYLE TRADUZIDAS
Olá amigos depois de muito tempo sem postar no meu blog aqui estou de volta com algumas traduções de grandes sucessos do freestyle inicialmente Stevie b e Information Society
ASS: Claytonfreestyle
Stevie B - I Wanna Be The One (Tradução)Tarde da noite quando estou completamente sozinho
Eu penso em você e me sinto forte
Desejando que você olhasse o meu jeito
Deixe-me ser o único
Meu coração está em busca da garota especial
Que vai entrar e dividir o meu mundo
Alguém para amar e alguém para abraçar
Deixe-me ser o únicoEu te amo
Refrão 1:
Eu preciso de você, garota e preciso agora
Vou te pegar olhando para mim de algum jeito
O amor que eu tenho é uma porta aberta, garotaVenha aqui dentro, vamos começar, eu te amo
Refrão 2:
Eu quero ser o único que você vai dar o seu amor
Eu quero ser o único que você vai beijar e abraçar
Eu quero ser o único que você vai sonhar à noite
Deixe-me ser o único
Repetir o refrão 2
Eu te amo, baby
Eu não acredito que levaria tanto tempo
Para achar alguém que eu possa chamar de minha
Basta chegar mais perto e você sentirá o meu amor
È um amor ardente, meu amor
Meu coração está em busca da garota especial
Que vai entrar e dividir o meu mundo
Alguém para amar e alguém para abraçar
Deixe-me ser o únicoEu te amo
Repete o refrão 1
Repete o refrão 2
Information Society (Come With Me) Tradução
Venha Comigo
Estamos na minha escuridão
Estamos aqui dentro do nosso esconderijo
O som e a fumaça fluem por cima de nós
E assim temos de falarCom nossos olhos
Ouvir tua voz seriaUma surpresa
Somos todos apenas crianças da periferia
E assim sabemos que do lado de fora
No mundo real não importa o que fazemos
Sabemos que para nós não há nada de novo
Então abandone tua hesitação e venha comigo
Nada que dissermos poderá nos magoar agora
Aproveite esta noite
E a faremos lembrar-se de nós
Não há nada nos detendo agora
Então venha comigo
Sei que você só está aqui
Para matar mais algumas horas
Eu poderia estar em algum outro lugar
Mas agora tenho minhas razões
Para não ir para casa
Não quero estar lá sozinho
Você sabe que tem de parar
De pensar em certo e errado
Hoje à noite somos eu e você, é agora ou nunca
Não temos nada a perder
Podemos fazer qualquer coisa que escolhermos
Noite quente sozinhoEu espero por você
Esses dias e noites em que fui bom pra
E eu estou correndo muito pra encontrar
Esses dias e noites em que fui bom pra você
Agora eu não quero brincar com você
E eu estou correndo muito pra encontrar
O que se passa na sua mente?
Eu quero saber
Pura energia
Aqui estou em silêncio
Refrão:
Eu sei que eu eu poderia pará-lo
Repete o refrão 2X
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Sexta-feira, Fevereiro 02, 2007
SAIBA MAIS UM POUCO SOBRE O INFORMATION SOCIETY OU SIMPLESMENTE INSOC

ass: CLAYTONFREESTYLE
O Information Society, abreviadamente InSoc, surgiu da união de um grupo de estudantes de Minneapolis, em 1981. Paul Robb, Kurt Harland, James Cassidy e Amanda Kramer tinham um gosto em comum por música e pelas pistas da época. Os primeiros ensaios da banda surgiram em 1981. Em 1982, lançam um EP com cinco músicas, o primeiro contato "real" com o mundo da música. Entre 83 e 84, lançam um mini-LP chamado Creatures of Influence, que pouquíssima gente ouviu e é objeto raro nos dias de hoje, devido a baixíssima tiragem. Segundo o próprio Paul, o disco foi um fracasso comercial porque o InSoc tentou fazer um som "difícil" demais.
Após o primeiro "susto", o InSoc lança em 1985 um compacto com uma das músicas já lançada anteriormente: Running foi sucesso absoluto das pistas da época e foi esta música que colocou o InSoc no cenário technopop da época. Fizeram uma excursão por diversos lugares nos EUA em 1986, e assinaram um contrato com a gravadora independente Tommy Boy em 1987. Lançam o álbum Information Society em 88, que, obviamente, possuia a música Running. Porém, a música que se destacou no álbum foi What's on Your Mind, alcançando 3a posição nas paradas. Com estas duas músicas, o álbum alcançou o Top 5 entre os mais vendidos. Daí pra frente, foi aberto caminho para a música Walking Away disparar, que chegou ao Top 9. Repetition, a primeira balada romântica, estourou nas rádios brasileiras em 89, embora sem grande destaque no exterior. Receberam o título de revelação pela revista Rolling Stone e música do ano pela revista Spin. Em agosto de 89, fazem vários shows no Brasil, com teclados de Sally Berg. Com estes shows, o InSoc vira mania nacional.
Em outubro de 1990, lançam o álbum Hack, um pouco diferente do primeiro álbum. O InSoc se aproveitou do auge dos samplers e colocou todo tipo de som entre as faixas do álbum, bem mais do que os sons de Star Trek, usados no primeiro álbum (que por sinal, chegou a gerar problemas com a Paramount Pictures devido a direitos autorais, e foi solucionado com a liberação do material pelo filho de Leonard Limoy (Spock)). A primeira música de trabalho é Think, que chegou ao Top 30 nos Estados Unidos. How Long é o segundo hit do álbum, seguido de Slipping Away, outra balada romântica (que só tocou no Brasil), em 1991. Outra música deste álbum que tocou bastante no norte do país foi Come With Me. Em 1991, participam do Rock in Rio. Em agosto do mesmo ano, participam de uma super-turnê, percorrendo 25 cidades, a maior já realizada.
Lançado em outubro de 1992, o álbum Peace & Love, Incorporated adquire um som diferente, mais adaptado ao som da época. O primeiro sucesso é a música com o nome do próprio álbum. Infelizmente, depois desta música, apenas a balada Cry Baby chegou a tocar nas rádios e em uma novela da Rede Globo em 1993. No final de 1993, a banda sumiu, devido a alguns desentendimentos gerado pela mudança de som no mundo da música. Paul, com traços mais eletrônicos queria trabalhar em música mais "elétrica", James não tinha uma opinião própria quanto ao tipo de som. Já Kurt queria trabalhar em uma música mais industrial, estilo Gary Numan, puxando um pouco para o lado Front Line Assembly e bem de longe ao Nine Inch Nails.
No meio de 1993, o InSoc vem ao Brasil fazer seu suposto "último show". A partir do final de 1993, a banda se separa. Paul começa a trabalhar em projetos independentes e a produzir novas bandas. James se desligou do mundo da música e fez faculdade de ciências do solo. Kurt começou a criar músicas para vídeo game pela empresa Crystal Dynamics. Em 1994, Kurt compra o nome da banda e direito sobre as músicas e começa a trabalhar em seu projeto do "novo InSoc".
Embora sumido das rádios a partir de 94, o InSoc (entenda Kurt) começou a trabalhar nas novas músicas. Em 1995, a Internet começou a unir os fans de todo o mundo, através do NewGroups. Em 1996, era lançado o site InSoc.org, mantido posteriormente pelo próprio Kurt (no ano seguinte, era lançado o site precursor do atual InSoc Brasil). Ainda em 1996, um misterioso show do InSoc rolou aqui pelo Brasil, com praticamente nenhuma divulgação nas rádios. Em 1997, o novo álbum Don't Be Afraid é lançado com um ar muito mais "dark", industrial. O álbum não chegou ao Brasil inicialmente, somente lançado em 1999 pela Stiletto, e nenhuma música foi sucesso nos Estados Unidos, embora uma música, Are 'Friends' Electric, tenha tocado um pouco nas rádios americanas.
Apenas em 1999 que o InSoc retorna um pouco à lembrança dos brasileiros. Uma versão da música Closing In é remixada por DJs brasileiros e toca em algumas rádios de São Paulo. Mais adiante, em abril, uma regravação feita pelo Kurt da música Express Yourself (de Madonna) para um álbum de tributo americano toca bastante apenas no Rio de Janeiro. Ainda em 1999, é lançado um álbum de remixes feitos por outras bandas, mais no estilo industrial, chamado InSoc Recombinant, que incluiu um CD-Rom com os vídeos antigos da banda (somente na versão americana). Kurt faz algumas covers a partir de 1999, como One do U2, Dark Companion do Tuxedomoon, Controversy do Prince e Behind The Wheel do Depeche Mode.
Em 2001, a Tommy Boy lança um álbum "the best of" do InSoc, chamado Strange Haircuts, que inclui 3 remixes, com destaque a Running por Victor Calderone. Um single de Whats on Your Mind é lançado com cinco versões da música. Com Whats on Your Mind versão feita por Junior Vasquez, o InSoc chega a quarta posição na parada dance da Billboard e a música toca em algumas rádios do Brasil, com destaque ao Rio de Janeiro. No final de 2003, um álbum coletânea é anunciado nos Estados Unidos, mas o lançamento foi adiado. No início de 2004, em um entrevista para um site de jogos, Kurt anuncia o que seria o fim do InSoc, quando diz que as chances de desenvolver algo novo com o nome Information Society eram praticamente nulas. Com o site oficial (insoc.org) constantemente com problemas, o InSoc Brasil se transforma em uma das últimas fontes grandes de informação sobre o InSoc no mundo. Juntamente com nosso fórum, onde unimos fãs, mantemos até hoje a memória desta grande banda.
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OS PAIS DA MUSICA ELETRONICA KRAFTWERK
eis aqui eu de novo com um post bem legal,cara para quem nao conhece o grupo alemão kraftwerk nao pode se dizer um autêntico fan de musica eletronica pois sem eles eu me atrevo a dizer que a dance music nem existiria dessa forma que A conhecemos hoje, considerados os pais da musica eletronica eles criaram um som que nao existia ate o momento ou seja uma revolução musical que influênciou e deu origem a muitos outros ritmos como freestyle, hip hop, techno, house, eurodance e muitos outros.
Nunca na história da música homens e máquinas se fundiram de forma tão perfeita quanto no Kraftwerk. Ao longo de mais de 30 anos de carreira, o grupo alemão não apenas abalou profundamente as estruturas do pop, como também ajudou a gerar o hip hop e foi precursor da música eletrônica. Em termos locais, graças à sua influência surgiu o funk carioca.
A idéia de um som minimalista, repetitivo e, por isso mesmo, hipnótico, não foi exclusiva do Kraftwerk. Grupos como Can e Tangerine Dream - ambos alemães também - se consagraram usando essa mesma fórmula. Mas nenhum deles foi tão longe e causou tanto impacto quanto o Kraftwerk ("Casa de força", em alemão).
Criado em 1970 por Ralf Hütter e Florian Schneider, estudantes de música clássica de Dusseldorf, desde cedo o grupo abdicou de instrumentos tradicionais - como guitarra, baixo e bateria - optando por ferramentas musicais até então consideradas de vanguarda - como baterias eletrônicas e sintetizadores. Depois de três discos quase experimentais - Kraftwerk 1, Kraftwerk 2 e Ralf and Florian - seu estilo se consagrou com o clássico Autobahn, lançado em 1974. Nele, estavam os elementos que ainda hoje marcam o som do Kraftwerk: o som "robótico", mas ainda assim humano; de formas retas, mas ainda assim com balanço. Autobahn trazia também um elemento que se repetiria em seus discos posteriores: o conceito acoplado ao disco, no caso, as estradas alemãs, suas curvas, suas retas, sua sinalização etc. A faixa título -um épico de mais de dez minutos - virou hit nos Estados Unidos em formato editado.
Nos discos seguintes - Radio Activity, Trans Europe Express e The Man Machine - o Kraftwerk fortaleceu sua sonoridade. Coerente com sua linguagem musical, o grupo optou também por aparecer pouco em sua forma, digamos, humana, preferindo usar em capas e material de divulgação figuras similares a andróides. We Are The Robots, dizia uma faixa de The Man Machine. Muitos ficaram na dúvida se o Kraftwerk era mesmo uma banda real ou não.
A partir do disco Computer World (1981), o grupo passou a ter grandes períodos de ausência entre trabalhos, ficando mais em seu estúdio, Kling Klang, experimentando novas sonoridades e apostando cada vez mais num formato visual para acompanhar suas músicas. Enquanto isso, as batidas mecanizadas do Kraftwerk foram parar no Bronx, em NY, e caíram como música nos ouvidos de Afrika Bambaataa e outros pioneiros que criaram o hip hop. Anos depois, nos guetos negros de Chicago e Detroit, essas batidas ajudaram a moldar a house music e o techno. Na Alemanha, o resultado de tanta dedicação ao aspecto visual começou a se explicar: embora raros, os shows do Kraftwerk valem qualquer espera, pois mostram sua música mecânica e cristalina aliada a visuais estonteantes, em telões que parecem absorver figuras humanas em cima do palco.
Seu mais recente disco, Tour de France Soundtrack foi lançado em 2003, como uma espécie de seqüência da música Tour de France, lançada em 1983 e desde então um clássico, no qual a respiração de um ciclista marcava a batida da música. A sonoridade cinematográfica, quase widescreen, do disco mostrou que os pioneiros do som eletrônico continuam atuais e ainda inovadores.
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SHANNON UMA DAS PRIMEIRAS CANTORAS DE FREESTYLE
Pessoal trago para voçês mais uma super biografia de uma das primeiras divas do freestyle Shannon espero que gostem e em breve muito mais informação sobre freestyle, cultura alternativa e musica eletronica aguardem.
CLAYTONFREESTYLE
Se você é ligado em Dance Music desde sua origem, das duas, uma: ou você conhece ela ou então seu maior hit "Let the Music Play". Este single, de 1983, influenciou toda uma geração, sendo tocado, plagiado e remixado por quase todo mundo. Na época, o Break era a febre, e artistas como Michael Jackson, De Barge, Chaka Khan, Break Machine e a própria Shannon davam as cartas no cenário Pop. Infelizmente, eles foram a primeira geração de artistas fabricados em massa, para um determinado mercado, inevitavelmente destinados à carreiras curtas.
Mas, não é bem o caso de Shannon. Nascida Brenda Shannon Greene, em 1958, ela é natural do estado de Washington. Muito cedo, ela foi morar com seus pais no Brooklin, bairro americano famoso por presentear constantemente o mundo com as mais belas vozes (negras principalmente), provenientes do Gospel e do Blues. Lá, ela cursava faculdade e tudo o mais. Mas ainda nada a ver com música. Aos 20 anos, ela se juntou ao New York Jazz Ensemble, como cantora. Isso abriu muitas portas para Shannon. Uma destas portas, o baterista Lenny White, ficou muito interessado nela e gravou algumas faixas, tendo a cantora como principal vocalista. Uma destas faixas, "Let the Music Play", foi lançada pela gravadora Emergency Records, um selo iniciante na área da Dance Music (que ainda não era bem Dance Music). Quando lançado pela gravadora, o single trazia estampado o nome de Shannon como a artista principal. Isso deixou a cantora em estado de choque! "Let the Music Play" era um single muito a frente do seu tempo, trazendo uma concepção totalmente nova, em matéria de música feita para dançar. Ele influenciaria a maioria dos artistas freestyle da época, com sua parede sonora proveniente de seus pesados sintetizadores e Drum Machines.
Rapidamente, o single começou a se tornar um super club hit, com execução massiva tanto pelas novas rádios baseadas em Dance Music, quanto pelos DJ's das casas noturnas da América. Alcançou também posições importantes na Billboard, tanto na parada R'n B (2º lugar) como na parada Pop (8º lugar), já no final de 1983. Seu primeiro álbum foi lançado em Fevereiro de 84, e nos trouxe outros singles que logo se tornaram hits, sem superar, contudo, o sucesso de "Let the Music Play". Os singles foram: "Give me Tonight" e "My Heart is Divided".
"Do you Wanna Get Away" foi o título do seu segundo álbum, lançado em Maio de 85. A faixa-título alcançou 13º lugar em R'n B e 49º em Pop. Seguiram-se "Let me see your Body" e um cover do grupo Foreigner "Urgent". Seu terceiro álbum, "Love goes all the Way", foi lançado em Outubro de 86. Singles: "Dancin", "Criminal" e "Prove me Right". E, finalmente, vários outros EP's/Singles, lançados até o final da década de 80.
mas o que aconteceu com Shannon na década de 90? Bem, vamos a alguns fatos. Talvez as principais causas de sua curta carreira como cantora deva-se ao fechamento da gravadora Emergency Records e alguns problemas legais relativos ao single "Let the Music Play" o pior dos motivos talvez tenha sido o declínio das rádios Dance. Vejam só, até 1989/90, haviam dezenas de rádios americanas voltadas para a Dance Music, tendo este estilo como sua base de programação. Um belo dia, elas começaram a procurar outras alternativas musicais, deixando a Dance Music para os clubes e danceterias. Isso prejudicou muito a audiência do House e Freestyle (os quais Shannon fazia parte). E, no Brasil, todas as tendências começam a chegar bem atrasadas. Esta mudança nós podemos observar a partir de 95/96, quando várias rádios Dance começaram a mudar suas programações para um som mais Pop/Rock (vide o caso da Cidade, RPC e Transamérica no Rio, e a Extra FM, de Belo Horizonte).
Quer dizer então que Shannon desapareceu do mapa? Não, não! O fato de ela não ter tido nenhum single de sucesso nos anos 90 não quis dizer que ela tenha parado de cantar. Podemos destacar com louvor, suas contribuições para artistas/DJ's/produtores como Sash e Todd Terry. E, talvez, muitas outras músicas que contam com seus belos vocais e nós nem sabemos. E, em 99, ela reaparece como cantora no programa de TV a cabo americano "Where are they Now", anunciando seu novo álbum, que seria lançado logo depois: "The Best is Yet to Come".
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Terça-feira, Janeiro 09, 2007
PLANET SOUL EUROFREESTYLE DE PRIMEIRA

Estou postando aqui hoje para aqueles que nao conhecem um grupo chamado Planet Soul que surgiu na midia por volta de 1994 com um estrondoso sucesso chamado set u free, um autêntico eurofreestyle de primeira que fez muito sucesso aqui no brasil junto com muitos outros artistas como: Angelina com a musica release me, Billy Ray Martin com a musica your love arms, lina santiago com a music feels so good, laura martinez com ritmo latino , alexia com no matter do e dj juanito e que mudou um pouco a cara do freestyle tradicional que existia ate o presente momento para um estilo menos melodico e de batidas mais rapidas e com teclados de eurodance assim nasceu o eurofreestyle mistura do freestyle puro feito por latinos com o eurodance que é a dance music da europa feita principalmente por italianos e alemães, os amantes mais radicais do freestyle original nao consideram o eurofreestyle como freestyle realmente pois acham que tem mais a ver com dance music europeia mesmo mas pra mim todo tipo de freestyle é bom sendo ele eurofreestyle, latin freestyle, freestyle spanish.
UM POUCO DA HISTORIA DO PLANET SOUL
O produtor George Acosta sempre foi muito famoso entre seus colegas de Miami, tendo contribuido com remixes e idéias para vários artistas de peso. Mas, os trabalhos de George como produtor não eram suficientes para exibir todos os seus dotes artísticos e conhecimentos musicais. Foi então que no final de 1994 ele aparece com seu próSeu primeiro single "Set U Free", lançado pelo selo Dance "Strictly Rhythm Records", percorreu todo a América como um furacão, indo parar na Inglaterra e congêneres. Set U Free é um incrível passeio por ritmos digitais como o Electro de George Clinton e o House/Urban de Stevie B e Tony Garcia, ritmos Acid, caracterizados por sua pesada percussão eletrônica e uma forte tendência Funk. Não dá para explicar. Tem que ouvir!
Realmente muito bom, visto que George tinha apenas 24 anos (embora estivesse trabalhando em estúdio desde os 18 anos). A vocalista Nadine Renee já era sua conhecida e caiu como uma luva em seus planos. Além de produtor, ele era um verdadeiro arquiteto do som, trabalhando como DJ e sempre antenado nas novas tendências, sem nunca abandonar as raízes da House Music. Isso garantia ao Planet Soul uma credibilidade muito grande!
Durante o ano de 1996, ouvimos Planet Soul até dizer "chega"! Seu próximo single "I Feel the Music", no mesmo estilo de "Set U Free" atingiu todo o mundo como um meteóro, tendo exposição massiva, tanto de rádio como de TV. Já na segunda metade de 96, o single era "Look into my Eyes". Este já continha uma atmosfera mais viajante, acrescentando toques de Trance e Acid House aos ritmos quase hipnóticos. Definitivamente, 96 foi o ano do Planet Soul!
Infelizmente, como nada dura na Dance Music, o Planet Soul sumiu, deixando apenas boas lembranças de suas músicas. Mas, vale conferir os trabalhos solo de George Acosta, com destaque para a faixa "Fever Express", que segue o estilo consagrado pelo próprio Planet Soul. prio projeto solo, o Planet Soul.
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Sábado, Janeiro 06, 2007
LIL SUZY A RAINHA DO FREESTYLE NEW SCHOOL

Lil Suzy hoje com 28 anos, uma diva do freestyle que já acumulou vários discos de ouro e é a presidente de sua própria gravadora.
seu nome verdadeiro é Suzanne Casale que nasceu em 01/03/79, no Brooklin. Aos 5 anos, foi descoberta durante suas precoces performances nos clubes Manhattan Beach e Studio 54. Rapidamente, Lil suzy se tornou presença garantida nos clubes do circuito "novaiorquno".
Aos 11 anos, ela apareceu noa série de TV americana Star Search, confirmando seu sucesso,
Em 1991, aos 12 anos de idade Lil suzy lança seu primeiro álbum "Love Can't Wait". O disco tinha como principais canções: take me in your arms, love can't wait e falling in love para mim uma das melhores musicas dela, caracterizando seu som "Freestyle", que reune elementos do Funk, R'n B e Hip Hop, tendo Stevie B como um de seus maiores expoentes. Junto com o mestre deste estilo, o produtor Tony Garcia, seu primeiro single "Take me in your Arms" tornou-se um "club hit" instantâneo, fazendo com que, em 92, ela fosse premiada como melhor artista dance revelação, pela revista Billboard.
Em 93, ela tambem trabalhou com varios prdutores de peso entre eles adam marano para quem nao sabe é o produtor do grupo collage e vitor franco com quem fez varias parcerias, e após lançar o álbum "Back to Dance" ela tambem montou sua própria gravadora: A Empress Records. com 17 anos ela se torna a mais jovem presidente de gravadora da América.
Em seu último lançamento, "Lil Suzy: The Megamix", a cantora faz um retrocesso em sua carreira, dando uma roupagem nova à seus já consagrados hits. O álbum foi lançado em 99 e é totalmente mixado com faixas sem intervalo e foi isso ai pessoal aqui vcs ficaram sabendo mais um pouco sobre a vida da rainha do freestyle new school lil suzy ate a proxima com muito mais.
obs: lil suzy se casou em breve muita informação sobre essa união.
ass: Claytonfreestyle
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Terça-feira, Dezembro 26, 2006
JAMES BROWN O REI DO SOUL


HOMENAGEM DA FREESTYLE FOREVER AO REI DO SOUL JAMES BROWN QUE INFLUÊNCIOU TODA UMA GERAÇÃO COM SUA MUSICA E DANÇA ENTRE ELAS O FREESTYLE COM VARIOS SAMPLES USADOS DURANTE A DECADA DE 80
ASS: CLAYTONFREESTYLE
O cantor norte-americano James Brown, conhecido como "o pai do soul", morreu nesta segunda-feira 25 de dezembro de 2006, aos 73 anos, em um hospital de Atlanta, informou seu agente. Brown morreu à 1h45 (4h45 de Brasília) no Emory Crawford Long Hospital, no qual estava internado desde domingo (24) devido a uma pneumonia.O agente de Brown, Frank Copsidas, disse aos meios de comunicação americanos que o cantor não estava na unidade de terapia intensiva e que se desconhece a causa exata da morte.O amigo e companheiro de trajetória musical Charles Bobbit estava junto a Brown no momento de sua morte, acrescentou o agente.Célebre por uma voz imponente e seus frenéticos movimentos, Brown, também conhecido como "Senhor Dinamite", se tornou famoso com canções como "I Got You (I Feel Good)", "Papa's Got a Brand New Bag", "Please Please Please" e "Living in America". Seu sentido inovador de ritmo o transformou em um dos músicos americanos com maior influência nos últimos 50 anos, junto a nomes como Elvis Presley e Bob Dylan.Além de transformar o gospel em rhythm and blues e soul, James Brown também influenciou o surgimento de estilos como o rap, o funk e a música disco. Mick Jagger, Michael Jackson e David Bowie, entre outros, admitiram ter se inspirado no ícone da música negra.O sucesso de Brown "Say it Loud (I'm Black and I'm Proud)" ("Diga alto, sou negro e orgulhoso"), tornou-se hino dos direitos humanos durante os turbulentos anos 1960. Ele tocou a música na posse de Richard Nixon na Presidência dos EUA, em 1969 -- em ação que prejudicou temporariamente sua popularidade entre jovens negros.Brown costumava trocar de ternos uma dúzia de vezes durante um show e dançava freneticamente no palco. Uma vez disse que queria esgotar o público e "dar às pessoas mais do que esperavam-- cansá-las".O cantor gravou mais de 800 canções durante sua carreira. Emplacou mais de 119 músicas nas paradas de sucessos e lançou mais de 50 álbuns. Entrou no Hall da Fama do Rock and Roll e recebeu um prêmio Grammy pela carreira musical, em 1992.Além de lançar discos e fazer shows, Brown construiu também um império de negócios, incluindo uma série de estações de rádio e sua própria empresa de produções. Tinha uma grande frota de carros caros e um avião. Durante sua vida, ganhou fama de ser o homem que mais trabalhava na área artística.
Nascido em um subúrbio de Barnwell (Carolina do sul) em 1933, James Joseph Brown Jr. superou uma infância marcada pela miséria e a marginalização, após ser abandonado aos 4 anos por seus pais e deixado aos cuidados de parentes e amigos. Cresceu nas ruas de Augusta (Geórgia), onde cantava e dançava para pagar por sua vaga no quarto de um bordel.Abandonou a escola na sétima série e começou a trabalhar colhendo algodão, engraxando sapatos, lavando carros e pratos e fazendo faxina em lojas.Aos 16 anos, foi condenado a passar três anos em um reformatório por roubar carros. Ao sair, e em meio a uma carreira semiprofissional como boxeador, uniu-se ao grupo de gospel de Bobby Byrd, cuja família acolheu Brown.A banda, rebatizada como Famous Flames, assinou um contrato em 1956 com a King Records de Cincinnati e quatro meses depois a canção "Please Please Please" se transformou em seu primeiro título a alcançar o topo das paradas de sucesso.Foi um show em Nova York, no teatro Apollo, no Harlem, que ajudou Brown a dar seu primeiro grande passo na carreira, com a gravação de uma apresentação ao vivo em 1961.Durante os anos 60, lançou canções que se tornaram clássicos de seu repertório, como "Papa's Got a Brand New Bag", "I Got You (I Feel Good)", "Get Up (I Feel Like Being a Sex Machine)" e "I'm Black and I'm Proud", enquanto se envolvia com drogas, álcool e atos de violência, que lhe trouxeram problemas com a Justiça.Na década de 70, com a morte de seu filho Teddy em um acidente de trânsito, e a competição com a disco music, a carreira de Brown dava sinais de fraqueza. Nos anos 80, participou de filmes como "Os Irmãos Cara-de-Pau" e "Rocky 4", que tinha na trilha sonora o sucesso "Living in America", que lhe valeu um Grammy em 1987. O sucesso dos filmes e da canção apresentaram James Brown a uma nova geração de fãs.Em 1988, Brown foi condenado a seis anos por posse de drogas e armas. Ele foi preso após uma perseguição em alta velocidade pelos estados da Georgia e da Carolina do Sul, depois que a polícia disparou nos pneus do seu veículo. O cantor passou mais de dois anos na prisão, após os quais se dedicou a trabalhar com jovens músicos de rap e hip hop, que viram nele, apesar de seus erros, um modelo que conseguiu superar a miséria e marginalização de sua infância.Em fevereiro de 1991, foi libertado sob a condição de nunca dirigir e ter armas de fogo. Dois anos depois, Brown lançou o álbum "Universal James", que continha sucessos como "Can't Get Any Harder", "How Long" e "Georgia-Lina". Outro álbum de estúdio, "I'm Back", com a canção "Funk On Ah Roll", foi lançado em 1998. Em 2004 teve diagnosticado um câncer de próstata, o que o levou a se submeter a uma cirurgia. Continuou sua carreira, em apresentações e estúdios como o show de 2005 na Grã-Bretanha e os duetos gravados com os cantores britânicos Will Young e Joss Stone.Brown foi casado quatro vezes e teve pelo menos seis filhos, o último deles com sua mais recente mulher, a backing vocal Tommie Raye Hynie.
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Segunda-feira, Dezembro 25, 2006
SHOW DO NOEL NO BRASIL

EU GOSTARIA DE AGRADECER AO NOSSO AMIGO EDSON MIAMI QUE ESTEVE PRESENTE E FEZ ESTE ÓTIMO COMENTARIO SOBRE O SHOW E O NOEL A QUEM CONHECEU PESSOALMENTE VALEU EDSON
ASS: CLAYTONFREESTYLE
NOEL EM SÃO PAULO DIA 01 DE DEZEMBRO NO ESPAÇO DAS AMÉRICAS
PARA OS FANS DE NOEL , ELE ESTA DE VOLTA APÓS 17 ANOS ELE ESTEVE EM SÃO PAULO DIA 01 DE DEZEMBRO PARA FAZER UM SHOW E RELEMBRAR OS SEUS MAIORES HITS E TAMBÉM UMA DAS MÚSICAS MAIS TOCADAS DA DECADA DE 80
OS SEUS MAIORES HITS SÃO ( SILENT MORNING, LIKE CHILD, THE QUESTION )
HISTÓRIA SOBRE O NOEL
HOUVE UMA HISTÓRIA NA ÉPOCA QUE NOEL TINHA MORRIDO DE AIDS, E ESSA INFORMAÇÃO VEIO COM FORÇA AO BRASIL, SÓ QUE NA ÉPOCA QUEM TINHA MORRIDO FOI O UM DOS VOCALISTAS DO C&C MUSIC FACTORY, MAS EM 2001 ELE DEU AS CARAS COM O SEU MAIS RECENTE SINGLE WILL FIND TRUE LOVE, MÚSICA QUE O DEIXOU MAIS VIVO NO MUNDO FREESTYLE
AGORA UMA HISTORINHA ANTIGA DIZEM QUE FOI DESCOBERTO POR MADONNA, DIZEM QUE ELA ESTAVA PASSANDO EM UMA RUA DE UM PERIFERIA DOS ESTADOS UNIDOS E ELA VIU UM GAROTO COM UM VIOLÃO CANTANDO SILENT MORNING E DAÍ FOI APRESENTADO POR TONY MORAN E É CLARO POR PAUL ROOB ONDE PRODUZIU O SEU PRIMEIRO ALBUM
FALANDO SOBRE O SHOW DO DIA 01 DE DEZEMBRO ESTAREMOS ESPERANDO UMA BELA APRESENTAÇÃO ELE VAI TER 10.000 PESSOAS VIBRANDO COM O SEU SOM E ACREDITO QUE FICARÁ NA HISTÓRIA O SHOW DE NOEL PAGAN
EDSON MIAMI
COMENTANDO DO SHOW OLHA FOI MINI SHOW MAS QUE ANIMOU A GALERA, EU TIVE O GRANDE PRAZER DE CONHECER ELE PESSOALMENTE, UMA PESSOA MUITO HUMILDE, ONDE CONVERSAMOS PRATICAMENTE UM DIA INTEIRO, DISSE QUE SEU ESTILO É FREESTYLE NO CORAÇÃO PARA SEMPRE, ELE CANTOU APENAS 6 MÚSICAS, A GALERA QUERIA MAIS, MAS AS VEZES NÃO SABEMOS O QUE TEM NOS CONTRATOS COM RELAÇÃO A QUANTAS MÚSICAS SERÃO CANTADAS, MAS A GALERA CANTOU COM ELE TAMBEM, ELE RETRIBUIU DEU UM PRESENTÃO PARA OS FANS ALÉM DE FICAR E ATENDER TODOS MEUS AMIGOS NO CAMARIN, ELE DEPOIS FOI ATÉ A PISTA DO LOCAL DO SHOW E TIROU FOTO COM QUANTAS PESSOAS QUIS, ELE SEM DÚVIDA VOLTARÁ AO BRASIL SE DEPENDER DELE UMA DAS COISAS QUE ELE MAIS GOSTOU NO BRASIL FOI DAS MULHERES, PALAVRA DELE MESMO, ELE ESTÁ COM SUA MÚSICA NOVA CHAMADA – I FEEL LIVE ....
EDSON MIAMI
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Quinta-feira, Dezembro 14, 2006
A VIDA DE JOCELYN ENRIQUEZ
Parece que hoje em dia é normal que artistas comecem suas carreiras muito cedo, mas no Freestyle, isso é um absurdo! Cantoras como Lil Suzy e Lil Johanna começaram a causar furor nas pistas de dança com 11 e 13 anos, respectivamente. Só a "vovó" Angelina começou já velha (22 anos). Nesse contexto, surge a americana descendente de pais filipinos Jocelyn Enriquez. Vejam que coisa: aos 3 anos, ela já causou espanto em sua escola, com uma versão da música "Ring my Bell", sucesso da Disco Music interpretado originalmente por Anita Ward.
Na verdade, Jocelyn não difere muito de suas colegas cantoras mencionadas acima. Vinda de uma família muito pobre (fato normal entre os imigrantes nos EUA), ela cantava em igrejas e participava de projetos sociais para imigrantes filipinos. E levava sua vida mais ou menos assim. Um certo dia, ela conseguiu que Kormman Roque, presidente da Classified Records, ouvisse sua performance. Ele ficou impressionado com a potência vocal da menina e, a partir daí, tudo começou a mudar na vida da jovem cantora.
Em Abril de 97, as rádios começam a tocar seu primeiro single pela nova gravadora: "Do You Miss Me?", uma bela mistura de Dance Music e Electro-Funk, resultando em mais um super-hit das pistas de dança, como sempre. Em Agosto do mesmo ano, veio "A Little Bit of Ecstasy", que alcançou um sucesso quase igual, tanto nas massas quanto na Billboard. E, durante todo esse ano, era possível ouvir seus singles nas ruas de Nova York, entre carros de som, restaurantes e bancas de jornal.
Em 98, Jocelyn participou do projeto "Stars on 54", que contava ainda com Amber e a diva House Ultra Naté. O single foi "If You Could Read my Mind" que, mais uma vez, estourou em todo o mundo. Seguiu-se o álbum (que eu não descobri o nome) e o último single até agora: "I've Been Thinking About You". Mais uma cantora de sucesso neste incrível universo de divas precoces do Freestyle.
Em breve mais artistas freestyle e suas historias.
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Sábado, Dezembro 09, 2006
A HISTORIA DO FREESTYLE

A História do Freestyle
Bem, é importante observarmos de onde o freestyle evoluiu,para que nós possamos falar um pouco sobre a sua história. E o freestyle evoluiu de outros rítmos musicais, como Discoteca, Hip Hop, Electro e do House.
A discoteca foi muito, mas muito tocada mesmo nos anos 60 e 70, e foi trazida a Nova York principalmente por David Mancuso, nascido lá mesmo. David tocou muita Discoteca "comercial" num famoso clube chamado "The Loft" e a discoteca trazia frequentemente temas romanticos, mas com batidas bastante progressivas para a época, num som, digamos, bastante "energizado".
Bem, todos nós sabemos que a discoteca influenciou e começou o que nós chamamos de "Dance Music". Com o passar dos anos, a Discoteca evoluiu e começou a ser chamada em muitos lugares, principalmente em Nova Iork de " Hi-NRG ", em meados de 1980. E " Hi-NRG " normamente tinha um tema romântico. Artistas como Thelma Houston, The Weather Girls and Phyllis Nelson emplacaram nessa época.
Um pouco antes do " Hi-NRG " se desenvolvesse, começou a surgir um estilo musical chamado Hip Hop. Muitos consideram que o primeiro Hip Hop Comercial foi a canção "Good Times" do "The Disco Group Chic".
Com Artistas como Melle Mel, The Sugar Hill Gang, e outros cantores de rap, começou a surgir uma febre no Bronx(bairro de Nova York): Dj´s de Hip Hop começaram a experimentar várias músicas "misturando" discoteca, funk e rock. Podemos dizer que os "fundadores" do Hip Hop foram DJ's Kool Herc e o Grandmaster Flash. E o Grandmaster Flash aperfeiçoou batidas e criou o que ficou conhecido na época como "breakbeats".
Mas, nos anos 70, outro Dj surgiu e fez muito sucesso: Afrika Bambaata. Durante sua própria evolução ele "tropeçaria" em um grupo europeu: Kraftwerk. E a música desse grupo foi chamada de “Trans-Europe Express.” E o mais interessante: essa música serviria posteriormente para criar a "coluna vertebral" de uma música dele mesmo: "Planet Rock". Ele simplesmente aumentou a velocidade das batidas e somou isso com o "breakbeats", combinado com um semitom de "over rap".
Arthur Baker, que ajudou a produzir Planet Rock, também ajudou a produzir a música do Planet Control "Play at your own risk". Ambas as músicas são conhecidas até hoje como electro funk. Alguns se referem a estas músicas como techno pop também.
Então, vamos revisar: Discoteca ajudou a formar a base para o Hip Hop. Hip Hop que os dj´s mixavam influenciou a discoteca para um estilo mais "pesado". Depois do Hip-Hop, o electro funk veio, um pouquinho depois. Hi-NRG também tem raízes na discoteca. Do Hip- Hop vieram os "breakbeats".
Agora com a House Music. Um dos Dj´s que foi "pesadamente" influênciado pela "lenda" David Mancuso foi Frankie Knuckles. Frankie Knuckles que também trabalhou com o grande dj Larry Levan, (o principal dj da boite "The garage paradise" em Nova Iork) levou seu estilo de mixar e editar para Nova Iork, em vários clubes por lá.
Em Particular, no clube "The warehouse", Frankie Knuckles mostrou toda a magia das pistas giratórias, e de todos os novos "sons" que surgiram durante toda aquela época. Como Frankie Knucles começou a se envolver com produção de músicas, ele acabou se esbarrando com o Dj Ron Hardy. Juntos, muitas pessoas dizem que eles criaram a House Music.
Então a House Music começou a ganhar popularidade, ganhando um estilo mais comercial, tocando principalmente em rádios fm de Nova York. Então o electro e o house criaram seu espaço próprio, com inúmeros adeptos. E, essa época, foi umas das épocas mais diversificadas musicalmente falando em todo os EUA! Então, nessa época, a música com arranjos e batidas mais "eletrônicas" criaram, digamos assim, várias comunidades dançantes na época.
Mas, no início dos anos 80, um novo estilo de música estava começando a se formar. Era uma fusão de Discoteca, House Music, Hip-Hop, Electro, Latin Dance, hi-nrg...e então nasceu o que nós conhecemos até então por freestyle! No início ele foi muito chamado de "latin hip-hop", porque acabou surgindo principalmente nos bairros latinos das Cidades americanas de Nova Iorque e Miami. Nessa época surgiram então as primeiras gravções do estilo como: "I Wonder If I Take You Home" de Lisa Lisa & Cult Jam, "Let the Music Play" de Shannon, "Please Don't Go" de Nayobe, "One More Shot" de C-Bank, "The Mexican" de Jellibean e "Scars Of Love do TKA. E o resultado disso tudo foram batidas sintetizadas semelhantes ao do electro, com um tom romântico em muitas delas, com um estilo inigualável, principalmente para a dança! E tudo parecia dar certo para o freestyle naquela época, pois todo esse conjunto estava fazendo o maior sucesso. Nessa época, Shanon e Lisa Lisa entraram no Top 40 durante 1984-85.
Existe muita polêmica em relação ao primeiro freestyle gravado. Realmente é muito difícil precisar qual deles foi, alguns sites na internet dizem que a música de Shanon "Let music Play" foi a primeira, mas existe uma versao do grupo tka da musica x ray vision de 1981 entao na minha opinião essa foi a primeira produção freestyle da historia.
E o freestyle se encaixou muito bem no mundo da dance music/eletronica e musica pop durante o meio dos anos 80, e nessa época surgiram vários artistas que levavam o freestyle a ser um dos rítmos mais tocados como: Exposé, Brenda K. Starr, Trinere, The Cover Girls, Information Society, Noel, Peter Fontaine, India e Stevie B.
Andando um pouco mais no tempo, Figuras mais novas como Lil Suzy,George Lamond, Cynthia, Johnny O, Collage, Intonation, Lil Johana e outros se tornaram grandes estrelas dentro da comunidade do Freestyle.
Os freestyles mais antigos tinham um estilo próprio, com batidas mais suaves e letras mais românticas, lembrando ainda a discoteca e o eletro, e ficou conhecido no universo freestyle como Old School(antiga escola), e os mais novos, com estilo de batidas mais graves, mas a maioria com letras e levadas também românticas ficou conhecido como New Shool(nova escola). • Artistas da Old School : Stevie B, Shana, Stephanie, Trinere, Sa-Fire, Noel, Reinald-O, Dr Edit, Connie, Lisa Lisa & The Cult Jam, Shannon, Lisette Melendez...• Artistas da New School : Lil' Johanna, Rockell, Elissa...
No Brasil, O Freestyle chegou no Brasil de carona com house (São Paulo), Electro/Miami Bass (Rio de Janeiro) e foi difundido com termos como Miami Beats (principalmente em São Paulo) e Funk Melody (Rio de Janeiro). O termo "Funky Melody" (Funky: groove, ênfase, batida forte e Melody: melodia, harmonia) foi criado nos EUA, para designar um estilo mais "melódico" do Freestyle, como por exemplo a música do Intonation "Died in your arms", mas foi usado bastante aqui no Brasil, confundindo-se com o Freestyle Puro. Embora ele tenha se espalhado em quase todos os grandes centros urbanos brasileiros, o freestyle foi trazido incessantemente para o Rio de Janeiro por volta de 1986 nos bailes funks realizados nos subúrbios cariocas. Até hoje ainda é muito tocado no estado da BAHIA. No início dos anos 90 surgiam as primeiras produções nacionais com letras em português. Embora consideremos tais produções como freestyle, as produções feitas aqui no Brasil são exemplos dígnos do mais puro funk Melody.Os pioneiros foram Movimento Funk Club com miami bass, Cashmere, Conexão Japeri e Guilherme Jardim. Depois que o "funk carioca" fez seu retorno bastante significativo em 1994, o freestyle nacional tambem voltou a fazer sucesso por aqui. Alguns artistas que se destacaram nesta época foram Latino, Abdulah, You Can Dance, Simple Dance, Copacabana Beat, Claudia Mel, Bob Rum e até artistas globais como Angélica e a Xuxa com suas paquitas fizeram musicas em versões freestyle.
O Freestyle Hoje Neste novo milênio, este estilo continua sendo produzido até hoje e está firme com seguidores como Stephanie Bennet, Elissa, Mon-A-Q, Rockell, Stevie B, Mikaila e tantos outros. Por um problema de divulgação aqui no Brasil, principalmente por conta dos próprios Dj´s, o freestyle praticamente deixou de ser um tipo de música comercial. Hoje é mais lembrado como coisa do passado, como flash back. Muitas pessoas lamentam que o estilo tenha sido esquecido pelos produtores e dj´s, enquanto na verdade o freestyle é produzido comercialmente no mundo inteiro, principalmente nos EUA, Canadá, América Latina (Latin Freestyle), Europa(Eurofreestyle)!
Vale ressaltar que, desde a década de 80, está sendo produzido freestyle no mundo inteiro, e consequentemente, o universo deste estilo musical é bastante grande...Se formos verificar as páginas de internet, os grupos de internet, as gravadoras existentes, e a quantidade de freestyle existente nos softwares p2p de troca de música, veremos que em todo lugar existem pessoas que gostam deste estilo musical! O freestyle veio para ficar, e já tem seu público cativo, que, dia após dia, só vem aumentando, cada vez mais!
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Sexta-feira, Dezembro 08, 2006
A ORIGEM DO HIP HOP
ASS: CLAYTONFREESTYLE
LEIA UM POUCO DA HISTÓRIA DO HIP HOP
Surgimento O termo Hip-Hop foi estabelecido, por volta de 1968, pelo negro Afrika Bambaataa, inspirado em duas movimentações ciclicas. A primeira delas estava na forma cíclica pela qual se transmitia a cultura dos guettos norte-americanos. A segunda estava justamente na forma de dançar mais popular da época, ou seja, saltar (hop) movimentando os quadris (hip). Era um convite à festa.Nesta época (década de 60) proliferou-se uma grande discussão sobre direitos humanos e, nesta ordem dos fatos, os marginalizados da sociedade de Nova York se articularam para fazer valer suas propostas na eliminação das suas enquietações. Assim surgiram grandes líderes negros, como Martin Luther King e Malcom X, e grupos que lutavam pelos direitos humanos como os Panteras Negras. E esse ambiente influenciou, bastante, os primeiros praticantes do Hip-Hop, principalmente artistas como Isaac Hayes que faziam os habitantes do guetto dançarem as músicas que eles mesmo intitulavam de "Raps", a exemplo dos "Ike's Raps" contidos nos LP's de Hayes, que eram compostos por uma base musical dançante acompanhado de rimas faladas que seguiam o ritmo. Além disso, a mensagem contida nas letras continha alto teor político-social.Portanto, juntando a música (Rap), a dança (Breaking) e a arte plástica (Grafite) você têm todos os elementos que deram origem ao Hip-Hop.
Rap
A origem do Rap nascido na Jamaica, mais ou menos na década de 60 quando sugiram os "Sound Systems", que eram colocados nas ruas dos guettos jamaicanos para animar bailes. Esses bailes serviam de fundo para o discurso dos ‘toasters’, autênticos mestres de cerimônia que comentavam, nas suas intervenções, assuntos como a violência das favelas de Kingston e a situação política da Ilha, sem deixar de falar, é claro, de temas mais prosaicos, como sexo e drogas.No início da década de 70 muitos jovens jamaicanos foram obrigados a emigrar para os EUA, devido a uma crise econômica e social que se abateu sobre a ilha. E um em especial, o DJ jamaicano Kool Herc, introduziu em Nova York a tradição dos "Sound Systems" e do canto falado, que se sofisticou com a invenção do scratch, um discípulo de Herc.O primeiro disco de Rap que se tem notícia, foi registrado em vinil e dirigido ao grande mercado (as gravações anteriores eram piratas) por volta de 1978, contendo a célebre "King Tim III" da banda Fatback.
Grafite
O Graffite com forma de arte se espalhou por todo o mundo, tornando impossível rastreá-lo no sentindo histórico. Apenas sendo possível fazer referência as pinturas das cavernas, das quais não se tem sequer uma noção de tempo em que foram feitas. Se buscarmos as principais fontes de informação ficará evidenciada uma forte influência latina, afinal os maiores artistas do gênero são de países como Porto Rico, Colômbia, Bolívia e Costa Rica. Isso não desmerece os artistas naturais de outros países europeus e de outros continentes. Dos inúmeros nomes do Grafite mundial, contam nomes como Ramon Herrera, Futura, Lee Quiñones, Sandra "Lady Pink" Fabara, Miguel "PacoPaco" Ramirez e pelo francês Nadty Can.
Breaking
O Breaking é uma dança inventada pelos porto-riquenhos, através da qual expressavam sua insatisfação com a política e a guerra do Vietnã, apresentavam em performance que imitavam os helicópteros da guerra, ou mesmo os soldados que voltavam mutilados da guerra. Ela se alastrou junto com as gangues nova-iorquinas, que por volta da década de 70, respondia à opressão social com violência brutal. Além das depredações dos prédios do bairro, era comum o confronto armado. Por tradição norte-americana os grupos étnicos não se misturavam, daí tínhamos gangues de hispânicos e gangues de negros. Cada um tinha seu código do grupo, o chamado TAG (assinatura dos grafiteiros), que demarcavam o território. Contudo nos momentos de descontração, dançavam o Breaking Entre as mais famosas Crews de breaking posso citar Rock Steady Crew, Electric Boogie, Zulu Nation e Dynamic Breaks. No Brasil as Crews que fizeram história foram Crazy Crew, Street Warriors, Nação Zulu, Fantastic Face, Jabaquara Breakers e Back Spin Kings.
Hip Hop no Brasil
Hip Hop no Brasil, o Hip-Hop chegou no início da década de 80 por intermédio das equipes de baile, das revistas e dos discos vendidos na 24 de Maio (São Paulo). Os pioneiros do movimento, que inicialmente dançavam o Breaking , foram Nelson Triunfo, depois Thaíde & DJ Hum, MC/DJ Jack, Os Metralhas, Racionais MC's, Os Jabaquara Breakers, Os Gêmeos e muitos outros. Eles dançavam na Rua 24 de Maio, mas foram perseguidos por lojistas e policiais; depois foram para a São Bento e lá se fixaram. Houve um período de divisão entre os breakers e os rappers, os primeiros continuaram na São Bento, os outros foram para a Praça Roosevelt. O Rap, a principio chamado de "tagarela", ascende e os breakers formam grupos de Rap. Em 1988 foi lançado o primeiro registro fonográfico de Rap Nacional, a coletânea "Hip-Hop Cultura de Rua" pela gravadora Eldorado. Desta coletânea participaram Thaide & DJ Hum, MC/DJ Jack, Código 13 e outros grupos iniciantes.Nesse período de ascensão do Rap, a capital paulista passou a ser governada por uma prefeitura petista, o que muito auxiliou na divulgação do movimento Hip-Hop e na organização dos grupos. Por esse motivo foi criado em agosto de 89 o MH2O - Movimento Hip-Hop Organizado, por iniciativa e sugestão de Milton Salles, produtor do grupo Racionais MC's até 1995. O MH2O organizou e dividiu o movimento no Brasil. Ele definiu as posses, gangues e suas respectivas funções. Nesse trabalho de divulgação do Hip-Hop e organização de oficinas culturais para profissionalização dos novos integrantes, não podemos esquecer de citar a participação do músico de reggae Toninho Crespo. Este trabalho teve sua continuidade no município de Diadema com o profissionalismo de Sueli Chan (membro do MNU - Movimento Negro Unificado).
Breaking
O breaking é a expressão dançante do Hip Hop. quem dançava era chamado de b.boy , pois o seu significado é break boy, Bronxs boy. Essa dança veio para dar um basta a violência praticada pelas gangues da época , pois os jovens preocupados em se superar cada vez mais nos movimentos esqueciam dos problemas e da violência originária das ruas,até que as rinchas entre as gangues passaram a ter um sentido menos violento.Daí surgiu o “racha” entre as gangues ,quem dançasse melhor vencia. O footwork (sapateado) sempre foi uma das formas básicas de se dançar o breaking. No início da década de 70 no bairro do Bronx era básico fazer um início com top rock, depois muitas variações de footwork e a seguir o freeze.Os latinos da época se destacavam pela utilização de “manobras”(acrobacias,saltos), que eram feitas entre o top rock e o footwork. Uma modificação foi quando os movimentos giratórios contínuos chegaram e ganharam espaço, principalmente o backspin(giro de costas). Após muitas modificações parecia que nada chegaria para causar impacto.Aos poucos, os que continuaram a praticar mais o footwork desenvolveram uma parte não tão valorizada ;o freeze Antes apenas usado para finalizar a sequência, tornou-se um estilo novo. Africa Bambaataa Com Grandmaster Flash e o jamaicano kool Herc , Bambaataa é um dos pilares da música deste século. É o criador do electro-Funk com a música " Planet Rock" (1982) que mostrava batidas de Hip Hop com trechos de "trans - europe express" , dos pioneiros eletrônicos alemães krafwerk. Não bastasse influência desse porte BamBaataa é considerado precursor do big beat , vertente eletrônica com nomes como Chemical Brothers , Fatboy Slim e Cristal Method de Boa parte da música eletrônica. Bambaataa , nome de um antigo chefe zulu , começou a organizar as "block parties" e campeonatos de breaking em 1977 no Bronx , Nova York , Lançou o primeiro single, ‘ Zulu nation thowdown" com o seu grupo de Mc’S soul sonic Force , que veio pela primeira vez ao Brasil em 1980. Zulu nation é uma comunidade religiosa criada por Bambaataa que crê na matemática, verdade , conhecimento , deus , amor , respeito , Ovnis , sabedoria , liberdade , Justiça , economia etc.
OFICINA - CASA DO HIP HOP
EM DIADEMA Muitos reclamam que falta um espaço exclusivo para divulgar a cultura hip-hop, e com razão, pois ainda são poucos os locais que oferecem atividades ligadas ao hip-hop todos os dias da semana. Mas em Diadema, região do ABC em São Paulo, a situação é diferente. Desde o ano passado, no Centro Cultural Canhema, funciona a Casa do Hip Hop, um espaço que oferece oficinas e palestras, sempre envolvendo os quatro elementos do hip-hop. Nelson Triunfo, pioneiro do breaking no Brasil, foi um dos idealizadores do projeto que contou com o apoio da prefeitura local. Ele é um dos responsáveis pelas oficinas de dança (dá aulas de soul), ao lado dos b.boys veteranos Banks e Marcelinho Back Spin que dão aulas de breaking. Essa dupla, que também dança ao lado do mestre Thaide, não se limita a apenas ensinar os passos do breaking, eles freqüentemente dão palestras sobre cidadania e outros temas atuais pra rapaziada que participa das oficinas. Se você for na Casa do Hip Hop vai perceber que lá existe uma grande exposição de grafites, que na minha opinião é mais impressionante que eu já vi. Nomes conhecidos como Os Gêmeos, Binho, Speto e muitos outros deixaram a sua marca nos muros e paredes do centro cultural. Os grafiteiros Tota e Chorão são os responsáveis pelas oficinas de grafite, eles dão aulas para aproximadamente 10 pessoas por turma e o curso básico dura seis meses. DJ Dri, parceiro e irmão do rapper Linno Criss, é o responsável pela oficina de DJ. Ele ensina as técnicas de discotecagem, mixagem e produção para os interessados que sonham em virar um grande DJ. Dri também é das antigas, ele fazia parte do grupo Metralhas que ao lado de Thaide & DJ Hum, e tantos outros, foram os pioneiros do rap paulistano. Aliás, essa é um caracterisca dos oficineiros da Casa do Hip Hop, a maioria fez parte da história do hip-hop brasileiro e tem muita bagagem pra rapaziada que quer conhecer de perto o verdadeiro hip-hop. Além dessas atividades, existe também uma oficina de rimas (ou técnica vocal) e outra de percurssão, onde o rapper Alexandre Pereira e Pixú (integrante da banda Mafuá) passam seus conhecimentos para os futuros rappers e músicos. Não posso esquecer de falar sobre Nino Brown, que é um dos coordenadores do centro cultural. Ele também dá palestras e divulga as idéias da Zulu Nation no Brasil. Nino Brown é o presidente da filial brasileira da Zulu Nation, a maior organização de hip-hop do mundo, fundada pelo lendário Afrika Bambaata. As atividades da Casa do Hip Hop ocorrem todas as terças, quintas e sábados, a partir das 9 horas. O Centro Cultural Canhema fica na R. 24 de Maio, 38 em Diadema.
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FREESTYLE MUSICAS & VIDEOS
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